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Investigações promovidas pela própria HP e por autoridades policiais da Califórnia revelam que o caso de espionagem contra diretores da empresa e jornalistas de TI afetou mais pessoas do que o divulgado anteriormente.
As investigações também revelam que os espiões contratados tentaram instalar códigos maliciosos nos computadores dos investigados, a fim de monitorar com quem eles trocavam e-mails. Anteriormente, as acusações limitavam-se à escuta de gravações telefônicas.
Outro fator novo é que a ordem para que investigações ilegais fossem realizadas pode ter recebido o consentimento de mais executivos da companhia, além da ex-presidente do grupo, Patricia Dunn. Patricia perdeu o cargo este mês, em função do escândalo.