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Um pen drive mede apenas seis centímetros, mas pode carregar 64 gigabytes
de informação. Na reportagem "Tão Pequeno e Tão Perigoso", EXAME mostra que o pen drive se tornou
um tormento para os sistemas de segurança de informação
das empresas. O que você acha? Como as corporações podem
evitar o vazamento de dados sigilosos com a proliferação dos pen
drives? Dê sua opinião.



09 de julho, 2008
Sugestão: Ter uma senha para poder abrir o arquivos existentes no Pen Drive.
Eliandro Azambuja Porto Alegre, Porto Alegre - RS / Brasil


09 de julho, 2008
A melhor opção sem dúvida é retirar de todas as maquinas a conexão via USB e quando for necessario somente o departamento de TI poderá liberar esse acesso.
Tiago Andrade da Costa, Pouso Alegre


08 de julho, 2008
1-) Criando servidores específicos de acordo com a confidencialidade das informações;
2-) A TI deve restringir o acesso aos drives e/ou pastas de acordo com os níveis de permissão.
Marcus Stamborovski, São Paulo


08 de julho, 2008
Esse não é um problema novo. Isso já havia antes com os velhos disquetes!
Uma solução simples é desabilitar o acesso de pendrives no Windows.
Eduardo, Porto Alegre


08 de julho, 2008
Esse é um dos principais desafios a serem enfrentados pelos profissionais de TI, uma vez que o equipamento é uma valiosa ferramenta e aliada dos colaboradores no desenvimentos dos seus trabalhos. Da mesma forma o equipamento torna se a grande preocupação das organizações no que refere se o sigilo das informações, valores e cultura da empresa.
Se você fosse demitido hoje levaria consigo os seus projetos, e mais informações sigilosas da empresa? é uma perigosa ferramenta quando pensar
Valdir Do Vale, João Pessoa


07 de julho, 2008
Através de uma política de segurança adequada, mantendo disponível somente para as pessoas que necessitam do mesmo e com a utilização de ferramentas de TI que garantam o controle e auditoria das informações.
Rovilso Lucas Schenatto, Bento Gonçalves


07 de julho, 2008
Fácil: quem ganha bem, nao quer sair da empresa ou vender informações sigilosas. Então: que se pague bem aos colaboradores e tenha uma política interna agradável !
Leonardo Sathler, Belo Horizonte / MG


07 de julho, 2008
Só tem um jeito. Voltar ao esquema antigo de terminais conectados a um servidor central, como na época dos terminais "burros", mas extremamente seguros da IBM. Aliás, a vinda da tecnologia client-server só fez aumentar os custos de TI e não resolveu nada, só piorou. Com a tecnologia se desenvolvendo a cada dia, são pen-drives, internet, etc. que sempre irão tirar o sono do pessoal de segurança de TI, mas que, por outro lado, farão a festa dos auditores de TI. Alguém aí se lembra do JCL? Era fundo preto com letra verde, não tinha mouse, mas era uma maravilha....
Paulo Moreira Goulart, Brasília-DF


06 de julho, 2008
Existem procedimentos de criptografia que permitem o uso controlado de dispositivos que possam de alguma maneira transmitir informações sigilosas. Claro que existe um custo involvido. A "solução" existe, apenas depende do "preço".
Mario, São Paulo


06 de julho, 2008
Informações armazenadas em um pequeno disco de memória, eram o clímax de filmes de ficção . Como os pen-drives são a realização desse clímax. Penso que as empresas optem em se voltar a ficção de novo. E apenas utilizar os pen-drives como chave de acesso portátil de algum HD on-line. Assim a perda do pen não implicaria em perda de informação.
Luiz Renato, Maringá


06 de julho, 2008
Tenho várias opções: dar aviso aos empregados que é proibida a entrada de pen-drive na empresa; monitorar as entradas USB de todos os PCs; proteger todos os arquivos contra cópias;
Breno, Sete Lagoas


04 de julho, 2008
Investir em ferramentas de TIC - Tecnologia de Informação e Comunicação, acredito que seja a melhor forma de evitar a fuga de informações nas organizações.
Renato Freire, Natal


04 de julho, 2008
Deixar de ter maquinas nas empresas com dispositivos de usb, qualquer departamento de informatica pode fazer isso, porem, o e-mail também é outra poderosa ferramenta.
Alex Urias
Gerente de Logística
Alex Urias, Bauru