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A volta da caderneta

| 20/09/2007

A poupança passa a render mais que alguns fundos DI, torna-se uma boa opção de aplicação e atrai bilhões de reais dos investidores

 

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Por Marta Barbosa

exame

Investir na caderneta de poupança era algo que nunca havia passado pela cabeça do engenheiro Fernando Souza, de 44 anos, superintendente do Parque da Mônica, um centro de diversões para crianças em São Paulo. Há anos, ele aplica metade de seu patrimônio em ações -- que compra diretamente, por meio de uma corretora -- e a outra metade em fundos conservadores de renda fixa, os fundos DI. Há cerca de dois meses, porém, Souza começou a rever sua estratégia. Com a queda dos juros, que diminuiu o retorno dos fundos DI, ele pensa em migrar para a caderneta os recursos que estão na renda fixa. "Confesso que ainda guardo um ranço da poupança, porque sua rentabilidade sempre foi menor, mas o mercado está mudando", diz. A prova de que Souza não está sozinho nas suas considerações é a enxurrada de dinheiro que está fluindo para a poupança, depois de anos de fuga de recursos. Entre janeiro e julho de 2007, o saldo total dessas contas cresceu de 6,5 bilhões para 12 bilhões de reais, o maior nível desde 1995, segundo o Banco Central.

Movimento impensável até poucos anos atrás, trocar um fundo DI pela poupança passou a fazer sentido em alguns casos. Isso porque a taxa referencial de juro do mercado, a Selic, que remunera os fundos e já foi superior a 20% ao ano, está em 11,25%. Aparentemente, um retorno ao ano de 11,25% ainda é superior ao da poupança, que está em 8%. Mas os fundos cobram taxa de administração e imposto de renda (IR) dos cotistas, enquanto a caderneta é isenta. "Dependendo do valor do imposto e da taxa, o fundo pode render menos que a poupança", diz Rafael Paschoarelli, professor de finanças da Faculdade de Economia e Administração da Universidade de São Paulo. "O investidor precisa fazer a conta para descobrir qual aplicação vale mais a pena atualmente."

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