Pensar pequeno nunca foi uma das especialidades do carioca André Esteves. Criado por uma família de classe média do bairro da Tijuca, na zona norte do Rio de Janeiro, Esteves começou a alimentar grandes ambições ainda adolescente. “Meu sonho é ganhar muito dinheiro e comprar um posto de gasolina”, dizia a seus amigos assim que foi contratado pelo então pequeno banco de investimento Pactual, em 1989. Ele tinha acabado de completar 20 anos e ia para o trabalho de ônibus. O que se viu desde então foi a mais fulminante carreira da história do mercado financeiro brasileiro. Antes de completar 30 anos, já era um dos principais sócios do Pactual — e suas ambições começaram a mudar de patamar. Primeiro, traçou como meta conquistar o poder no banco. Conseguiu. Num golpe articulado por Esteves e outros três sócios, o fundador do Pactual, Luiz Cezar Fernandes, foi destituído. O objetivo seguinte foi vender o banco e se tornar um financista com status global. Conseguiu. Em 2006, o suíço UBS comprou o Pactual por 3,1 bilhões de dólares, e, aos 37 anos, André Esteves tornou-se o mais jovem bilionário brasileiro. A fama de midas, porém, não bastou para amansar seu espírito. Nos últimos meses, ele tentou dar o salto que nenhum brasileiro havia dado — tomar o controle de uma das mais tradicionais instituições financeiras do mundo, o UBS. Após assumir a área global de renda fixa do banco e se mudar para Londres, Esteves articulou um movimento que, em caso de sucesso, deixaria um banco de quase 150 anos em suas mãos. Dessa vez, porém, fracassou. No dia 27 de junho, André Esteves voltou para o Brasil e, derrotado pela primeira vez desde que começou a sonhar com postos de gasolina, deixará o UBS. Ele criará com outros 12 funcionários do UBS Pactual uma nova empresa de investimentos, ainda sem nome definido.
Ironicamente, a queda de André Esteves foi ainda mais espetacular e rápida que sua ascensão. Nos últimos meses, o banqueiro circulou na elite do capitalismo mundial buscando apoio (e, principalmente, dinheiro) para sua tentativa de comprar o controle do UBS. Em seguida, partiu para seu plano B, a recompra do Pactual. No fim de 2007, Esteves e alguns de seus ex-sócios fizeram uma oferta para comprar o banco de volta, mas o UBS não aceitou. Nos meses seguintes, Esteves tornou-se, nas palavras de ex-sócios ouvidos por EXAME, uma vítima de seu próprio discurso grandioso. A cada volta para o Brasil, o banqueiro anunciava um novo plano. Numa semana, adquiriria um pedaço da gestão de recursos do banco para transformá-lo numa espécie de Blackstone (um dos maiores fundos de private equity do mundo). Logo depois, seu projeto era criar um hedge fund. “Cada visita do Esteves era um desespero em São Paulo”, diz um ex-sócio do banqueiro. As diversas tentativas de Esteves tornaram sua posição insustentável internamente. Em maio, num movimento considerado hostil pelos funcionários do banco, o chefe direto de Esteves, Jerker Johansson, tirou o brasileiro da divisão de renda fixa do UBS e assumiu interinamente o cargo. Pouco mais de um mês depois, a saída definitiva de Esteves do banco foi anunciada. Procurado por EXAME, Esteves preferiu não se pronunciar. A amigos, ele afirma que sua saída está decidida desde janeiro, que deixa o banco por vontade própria e que passou os últimos seis meses acertando sua sucessão.
Por que Esteves se movimentou com tanta agressividade no último ano? Talvez a melhor explicação resida no fato de o banqueiro ter sido, desde a venda do Pactual para o UBS, um corpo estranho dentro da estrutura do banco. Com patrimônio superior a 1 bilhão de dólares, Esteves era possivelmente o funcionário mais rico do UBS no mundo. Ser um alto executivo, ganhando bônus de algumas dezenas de milhões de dólares por ano, jamais esteve entre suas pretensões — seu objetivo, como dizia nos corredores do banco, era “transformar 2 bilhões em 6”. Seu plano sempre teve duas vertentes, que deveriam evoluir simultaneamente. Primeiro, crescer na estrutura da empresa. Segundo, tornar-se um grande acionista do UBS. Esse plano começou a ser executado já na venda do Pactual. Uma de suas intenções era valorizar as ações daquilo que ele apelidou de “André Esteves S.A.” aos olhos da cúpula do banco suíço. Obtendo um bom desempenho no comando da operação brasileira, ele se cacifaria para saltar degraus até chegar a posições de comando.
A crise causada pelo estouro da bolha imobiliária americana, no entanto, antecipou em alguns anos a execução do plano de conquista de André Esteves. O banco suíço foi um dos mais gravemente atingidos pela crise de crédito, acumulando prejuízo de 38 bilhões de dólares. Suas ações despencaram. Em meio à crise, que ceifou cabeças coroadas como Chuck Prince, presidente do Citi, e Stan O’Neal, do Merrill Lynch, o presidente da divisão de banco de investimento do UBS, Huw Jenkins, convocou Esteves para assumir um enorme desafio: a área global de renda fixa, justamente a responsável pela crise que assolava o banco. Diante da queda nas ações, Esteves viu nascer ali a tão aguardada oportunidade de multiplicar seu patrimônio. Ele tentou negociar com seus ex-sócios um acordo que o transformaria num dos maiores acionistas individuais do UBS. Esse acordo se daria nos seguintes termos. Os sócios transformariam o 1,6 bilhão de dólares que ainda têm a receber pela venda do Pactual em ações do UBS, e o pacote ficaria nas mãos de Esteves — em troca, o banqueiro pagaria uma quantia fixa aos sócios. Felizmente para Esteves, o acordo não prosperou. As ações do UBS, que valiam cerca de 50 dólares em agosto, valem hoje 20 dólares. “Teria sido o pior negócio da carreira dele”, diz um amigo de Esteves.
Embora infrutífera, essa tentativa arranhou a reputação de Esteves entre seus ex-sócios, transformados após a venda do banco em altos executivos do UBS Pactual. Em julho do ano passado, já era claro que o banco teria no Brasil um ano extraordinário (em 2007, teve o melhor desempenho de sua história, com lucro de 2,6 bilhões de reais). E, em vez de usar sua força interna para negociar um pacote de remuneração favorável aos executivos brasileiros, Esteves gastou suas energias buscando um acordo de mudança no contrato de venda do Pactual que o favoreceria. “Ele estava usando o enorme prestígio da operação brasileira naquele momento em benefício próprio”, diz um executivo do UBS Pactual. Um dos mais contrariados com o movimento de Esteves foi Gilberto Sayão, que dividia com ele o controle do Pactual e hoje é responsável pelo fundo que administra o dinheiro dos sócios, a Pactual Capital Partners. Segundo funcionários do banco, Sayão desautorizou Esteves. Aos suíços, ele afirmava que qualquer mudança no contrato de venda do Pactual teria de passar por seu crivo e que Esteves falava apenas por si.
Simultaneamente, crescia entre os ex-sócios do Pactual a sensação de que a venda do banco para o UBS não havia sido um negócio tão bom quanto pareceu no dia da assinatura do contrato. No ano passado, o UBS Pactual coordenou diversas aberturas de capital de bancos médios, e o valor dessas instituições na bolsa mostrou que o Pactual poderia atingir um preço muito maior que os 3,1 bilhões de dólares pagos pelos suíços caso Esteves e Sayão tivessem optado pelo IPO. Segundo alguns cálculos, o Pactual valeria 10 bilhões de dólares na bolsa. Melhor ainda: no cenário da abertura de capital, os sócios do Pactual continuariam mandando no banco, sem ter de prestar contas a chefes estrangeiros ou receber bônus em ações do UBS. Em tom de brincadeira, um deles afirmou numa reunião da diretoria do UBS Pactual: “Vendeu barato, hein, Esteves!” Se as ações da “André Esteves S.A.” subiam na Suíça, perdiam valor no Brasil.
Nessa época, Esteves começava a viver naquilo que descreveu como “inferno” em Londres. A crise causada pelo investimento em papéis lastreados em dívida imobiliária, originada justamente pela divisão de renda fixa do UBS, não parava de piorar. Nos meses seguintes à chegada de Esteves, o banco anunciou perdas de 14 bilhões de dólares, num total de 38 bilhões de dólares até junho. Habituado a lidar com a mesa de renda fixa do Pactual, Esteves viu-se diante de uma mastodôntica operação que geria ativos de quase 1 trilhão de dólares. “Ele não pode ser associado aos problemas do banco com o subprime, mas também não foi parte da solução”, diz Stefan-Michael Stalmann, analista do banco alemão Dredsner Kleinwort. A missão de Esteves foi levar adiante a estratégia da cúpula do UBS: reduzir a área de renda fixa e preparar a venda de papéis problemáticos, como os 15 bilhões em títulos lastreados em créditos subprime comprados pela gestora americana BlackRock. Ou seja, jogar para empatar. O agravamento da crise fez cabeças rolarem no UBS. A primeira foi do presidente do banco, Peter Wuffli. Em outubro, foi a vez do chefe e padrinho de Esteves, Huw Jenkins. Acima do banqueiro brasileiro, portanto, formou-se um vácuo de poder. Ao mesmo tempo, o UBS passava o pires pelo mundo em busca de capital para reequilibrar seu balanço. Esteves, então, viu ali a oportunidade para dar o que seria seu golpe de mestre — organizar um grupo de investidores que se aproveitariam do momento de fraqueza do UBS para assumir uma das mais tradicionais instituições financeiras do mundo.
A estratégia de Esteves consistia em comprar uma fatia pouco superior a 10% do capital do UBS e, com isso, ganhar o controle do banco e o poder de indicar seu presidente. Num primeiro momento, Esteves permaneceria à frente da divisão de renda fixa, na qual se concentravam os problemas do UBS. Depois, seria promovido à presidência. Com o plano em mãos, Esteves começou a sondar o brasileiro Jorge Paulo Lemann, um dos controladores da InBev. Lemann poderia ajudar de duas formas. Primeiro, com dinheiro. Segundo, com seu trânsito no mercado financeiro suíço. Após analisar o negócio, Lemann informou a Esteves que não teria condições de apoiá-lo, pois já preparava a oferta de 47 bilhões de dólares que a InBev faria em junho pela cervejaria americana Anheuser-Busch. “Ele não teria condições de fazer as duas coisas ao mesmo tempo, por isso declinou do convite do Esteves”, diz um executivo próximo a Lemann.
Em seguida, Jorge Paulo Lemann sugeriu a Esteves que procurasse um amigo que parecia interessado em adquirir ativos depreciados pela crise imobiliária americana: o americano Warren Buffett, o homem mais rico do mundo. Lemann ligou para o amigo, e Esteves mostrou ao americano sua idéia. Buffett também teria declinado, alegando que a situação do UBS pioraria muito antes de melhorar. Mesmo assim, Esteves fez chegar ao conselho do UBS uma proposta que, segundo executivos próximos a ele, beirava os 10 bilhões de dólares. Ele garantia que tinha Lemann a seu lado. A oferta foi rejeitada. De acordo com executivos do UBS, Esteves padeceu de uma grave inabilidade política em sua tentativa de assumir o banco. Com origens que remontam ao longínquo ano de 1862, o UBS é o maior gestor de fortunas do mundo. Ao longo dos anos, o banco foi dividido em três áreas: gestão de fortunas, gestão de recursos e a divisão de banco de investimento. Das três, a primeira é, de longe, a mais tradicional. No ano passado, respondeu por 60% da receita do UBS. Enquanto isso, a área de investimentos deu prejuízo e, pior, enfiou o conservador bancão suíço num rolo histórico ao apostar no subprime. “Foi ingenuidade imaginar que um brasileiro de 39 anos poderia sair justamente da divisão problemática para mandar no pessoal que dava dinheiro”, diz um executivo do UBS.
Esteves, então, colocou em prática seu plano B. No fim do ano passado, a Bovespa e a BM&F fizeram enormes aberturas de capital, mostrando que ainda havia entre os investidores apetite para emissões de ações portentosas no mercado brasileiro. Bancos como UBS Pactual e Credit Suisse ganhavam com um fenômeno típico da euforia da bolsa brasileira: o mercado de ações pagava mais por uma empresa do que investidores estratégicos, numa inversão do que acontece em condições normais de temperatura e pressão. Esteves e alguns sócios concluíram, portanto, que poderiam recomprar o Pactual, abrir o capital por um valor maior e, de quebra, dar adeus aos chefes suíços. Sayão informou que não tinha interesse em voltar a ser sócio de um banco, mas Esteves garantiu que conseguiria o dinheiro para arcar com a parte do ex-sócio, algo como 1 bilhão de dólares. No fim de dezembro, um grupo de ex-sócios do Pactual foi a Nova York para se reunir com Steve Jacobs, um dos responsáveis pelas aquisições do UBS. Ficou acordado que os brasileiros pagariam 5 bilhões de dólares para ter o banco de volta, 2 bilhões a mais que o preço da venda. Os suíços sinalizaram que aceitavam o negócio por esse valor, mas impuseram uma condição para que as conversas evoluíssem: as negociações não poderiam vazar para a imprensa, algo que aumentaria o desgaste do UBS num momento de crise sem precedentes. Era, porém, impossível garantir que as notícias não vazariam. Nos dias em que os sócios permaneceram em Nova York, a sede do UBS Pactual, na avenida Faria Lima, em São Paulo, viveu sob um clima de absoluta tensão. “Só se falava nisso”, diz um executivo do banco. “Todo mundo achava que iam comprar o Pactual de volta.” Como é impossível manter segredo dividido entre centenas de pessoas, não levou uma semana até que a notícia das negociações fosse divulgada. Esteves, então, comunicou aos sócios que os suíços haviam desistido do negócio. E os brasileiros do Pactual acabaram fazendo compras de Natal em Nova York.
Diante do insucesso da recompra do Pactual, Esteves perdeu as condições — e a vontade — de permanecer no UBS. Apesar disso, ele voltou a sondar os suíços em tentativas de comprar um pedaço da área de gestão de recursos ou parte da problemática divisão de renda fixa do banco suíço. Diante de seguidos reveses, restou ao banqueiro a porta de saída. Em junho, o UBS comunicou que Rodrigo Xavier era o novo presidente do UBS Pactual, e Esteves sairia para “uma iniciativa independente”. Com 12 funcionários brasileiros e 15 estrangeiros, ele terá uma firma de investimentos que começa com 1 bilhão de dólares de capital. A empresa terá escritórios em São Paulo, Rio de Janeiro, Nova York, Londres e na Ásia. Nos planos de Esteves está a aquisição de empresas, exatamente no mesmo modelo da Pactual Capital Partners. Até o fechamento desta edição, os advogados de Esteves, do escritório americano Skadden, Arps, negociavam as condições de sua saída. Ele deixará de ganhar cerca de 70 milhões de dólares que fazem parte do pacote de retenção assinado na venda do Pactual. Um dos pontos cruciais das conversas é o que fazer com a cláusula de não-competição, que impede os ex-sócios do Pactual de trabalhar em bancos até julho de 2011. Quem romper essa cláusula perde o direito de receber sua parte da última parcela do pagamento, de 1,6 bilhão de dólares. No caso de Esteves, a quantia beira meio bilhão de dólares. Ficou decidido que sua empresa pagará ao UBS metade das receitas obtidas com taxas de administração e performance de seus fundos, e que o banco suíço será responsável pela captação do dinheiro. “Eles vão tentar tutelar o Esteves de todas as maneiras”, diz um ex-sócio. Alguns exemplos evidenciam que restou certa animosidade na relação entre André Esteves e o UBS. Um dos funcionários que quiseram sair com Esteves ouviu que, caso deixasse o banco, o próprio Esteves deixaria de receber seu meio bilhão de dólares em 2011. A proposta foi retirada e o funcionário fica onde está.
A carreira de André Esteves no Pactual foi cercada por polêmica. E, nos últimos anos, essa polêmica ganhou uma faceta pública. Em 2005, durante as negociações para a venda do Pactual para o banco de investimento americano Goldman Sachs, Esteves foi acusado pelo jornal Folha de S.Paulo de cometer crimes fiscais. Um processo para julgar uma subsidiária do Pactual nas Bahamas por remessas irregulares de divisas foi aberto pelo Banco Central, mas o Ministério da Fazenda resolveu dar apenas uma advertência. Ao longo de sua trajetória, Esteves acumulou uma longa lista de desafetos — os principais estão entre os sócios mais antigos do Pactual. Sua carreira foi impulsionada por uma enorme capacidade de ganhar dinheiro e por diversas brigas de poder internas, que deram a Esteves a fama de individualista. A primeira aconteceu quando o fundador do banco, Luiz Cezar Fernandes, quis transformar o Pactual num banco de varejo. Esteves ficou a seu lado, o que resultou na saída dos outros dois fundadores, Paulo Guedes e André Jakurski. Pouco depois, Fernandes e Esteves também se separaram. Em 1999, o endividado Fernandes foi obrigado a vender toda a sua participação à nova geração de sócios, capitaneada por Esteves, Sayão, Eduardo Plass e Marcelo Serfaty. Plass e Serfaty saíram nos anos seguintes e, com isso, abriram caminho para a ascensão de Esteves e Sayão como controladores absolutos. Cabe à dupla o mérito de ter transformado um banco de tesouraria no maior banco de investimento do país, que, de 2004 até hoje, assessorou mais de 60 ofertas de ações.
O histórico de brigas, porém, causou um fenômeno curioso no UBS Pactual após a saída de Esteves. Seu sucessor, Rodrigo Xavier, vem tentando construir pontes com os antigos sócios do banco. Luiz Cezar Fernandes visitou o escritório do UBS Pactual no Rio, ciceroneado por Xavier. Ao aproximar-se dos rivais de Esteves, Xavier tenta dar uma nova cara ao banco. “Quero manter as portas abertas para os ex-sócios, inclusive para os que saíram há mais tempo”, diz Xavier. Enquanto o UBS Pactual passa por uma brutal transformação, Esteves não demonstra nenhuma vontade de mudar. Apesar de ser obrigado a viver sob a tutela do UBS até julho de 2011, tem dito que pretende criar uma empresa equivalente ao hedge fund americano Citadel, um dos maiores do mundo. Curiosamente, a separação de Esteves e do UBS acontece no momento em que o banco suíço contratou o Lazard, empresa especializada na assessoria de fusões, para organizar uma revisão estratégica do banco. Crescem, assim, as chances de que o UBS venda seus ativos. Como parte desse processo, o Lazard sondou em junho grandes bancos de varejo quanto a seu eventual desejo de comprar o UBS Pactual. Caso as conversas, ainda em estágio preliminar, sigam adiante, Esteves já disse que mantém seu interesse em comprar o Pactual de volta ou em se associar a outro banco na transação. Para quem une vaidade com ambição em doses cavalares, como é seu caso, o desafio de Esteves em seu vôo solo é simples de resumir e dificílimo de superar — encontrar uma maneira de transformar a queda em apenas mais um capítulo da ascensão.

Brasil está diante de um de seus maiores desafios tecnológicos: tirar o petróleo do pré-sal.
FINANÇAS O analista que mais acertou indicações de ações
NEWSLETTER A hora da verdade para as construtoras
BOLSA BM&FBovespa e Redecard entram no Ibovespa