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Há um pedaço do Brasil que vem mudando com incrível velocidade. Ele poderá ser visto e analisado aqui, nesta 34a edição de MELHORES E MAIORES, de EXAME. As transformações sofridas pelo ambiente empresarial do país ao longo dos últimos anos é algo que não pode ser ignorado ou subestimado. Elas são imensas e profundas. Há mais de três décadas, MELHORES E MAIORES foi criado para ser uma referência e um espelho fiel do ambiente empresarial brasileiro. Se a economia muda -- e ela inevitavelmente muda --, se setores ganham importância enquanto outros perdem, se mercados surgem ou ganham força inédita, é preciso fazer com que isso transpareça para o leitor. É essa crença que está por trás das mudanças (algumas delas, radicais) que fizemos na edição 2007 do anuário. A principal delas diz respeito à classificação dos setores. Eles são 18 no total. Nosso trabalho, que contou com o inestimável apoio dos professores Nelson Carvalho e Ariovaldo dos Santos, da Fundação Instituto de Pesquisas Contábeis, Atuariais e Financeiras (Fipecafi), da Universidade de São Paulo, passou pela reorganização das empresas em novos setores. Acreditamos que, dessa forma, passamos a refletir mais fielmente os movimentos econômicos e as tendências dos negócios. Surgiram assim setores como Bens de Consumo, Bens de Capital e Farmacêutico. Empresas de petróleo, companhias de eletricidade e produtoras de etanol formam o setor de Energia, um dos mais importantes do país em crescimento e faturamento. O próspero mercado de tecnologia foi reunido em um novo setor -- Indústria Digital. Ao mesmo tempo, a análise dos maiores grupos empresariais brasileiros ganhou destaque, assim como as informações referentes às empresas de capital aberto.

Brasil está diante de um de seus maiores desafios tecnológicos: tirar o petróleo do pré-sal.
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