Buscar

Olá, .

Sair

Para usar o Portal EXAME você precisa estar autenticado

Entrar
 
 

Degustação

Esta matéria é exclusiva para assinantes da revista Exame.

Se você é assinante e cadastrado no Passaporte Abril, preencha os seus dados aqui para ver a íntegra do texto:

Ainda não se cadastrou no Passaporte Abril?
Faça isso agora

Assine a Exame e tenha acesso irrestrito ao seu conteúdo na Internet.

Lucro num setor em crise

| 08/08/2007

Recuperar-se da tragédia do Airbus e manter a rentabilidade mesmo com restrições de vôos em Congonhas -- eis alguns dos desafios da TAM

 

Publicidade

Por Tatiana Vaz

exame

A queda do Airbus A320 da TAM, ocorrida em julho nas proximidades do Aeroporto de Congonhas, em São Paulo, colocou a empresa no epicentro da enorme crise que assola a aviação civil brasileira. O acidente, o maior da história brasileira, deixou um saldo de quase 200 mortes, uma tragédia humana com inevitáveis respingos na imagem da companhia e do governo, incapaz de resolver uma crise de infra-estrutura que vem se arrastando por meses. Até o fechamento deste anuário, o processo de investigação sobre os fatores que provocaram o desastre ainda não havia sido concluído. O acidente do Airbus ocorre num momento em que a TAM, líder no setor de transporte aéreo, vinha se beneficiando da expressiva elevação na demanda por passagens -- ao todo, as companhias aéreas realizaram em 2006 cerca de 80 000 pousos e decolagens a mais do que em 2005 --, o que se traduziu em bons resultados financeiros. Foram esses resultados contábeis, relativos ao exercício de 2006, que fizeram da TAM a melhor empresa do setor de transportes.

null Poucos duvidam que o desempenho financeiro brilhante da empresa -- e de suas concorrentes -- seja mantido ao longo de 2007. A questão, agora, é saber a extensão desse dano. Companhias aéreas que enfrentam acidentes normalmente demoram para recuperar sua imagem perante o público, reconquistar a confiança dos passageiros e a rentabilidade de suas operações. A TAM conseguiu se reerguer depois de enfrentar uma tragédia semelhante em 1996, quando um Fokker 100 se espatifou na zona sul de São Paulo, pouco depois de decolar do Aeroporto de Congonhas, matando 99 pessoas. O desastre recente com o Airbus, porém, colocou a empresa numa situação diferente. Por um lado, o dano de imagem, pelo menos até agora, parece ser bem mais profundo do que há dez anos. Por outro, a queda do vôo 3054 provocou uma série de mudanças no sistema de gerenciamento de tráfego aéreo brasileiro, com destaque para a redução das operações em Congonhas. O aproveitamento desse aeroporto era uma peça fundamental para os expressivos resultados financeiros obtidos pela TAM e por sua principal concorrente, a Gol. Em 2006, a TAM fechou o ano com receita de 3,6 bilhões de dólares, um crescimento de 28% em relação ao resultado de 2005. Com as restrições de vôos no principal aeroporto do país, estima-se que o lucro das duas maiores companhias do setor de aviação civil caia pelo menos 15% nos próximos anos.

Por favor, informe seus dados na caixa à direita para ler o restante do texto.
 
Nicolas Sarkozy: medidas concretas
 

CÂMBIO

Votorantim torna-se a maior vítima dos derivativos

FINANÇAS

As lições do maior investidor da história

ECONOMIA

O Brasil na contramão dos BCs mundiais

Links Patrocinados

 
 
 

Copyright © 2008, Editora Abril S.A. -
Todos os direitos reservados. All rights reserved.