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Em 2006, a Telemar consolidou sua posição de maior operadora de telecomunicações do país. A base de clientes da empresa cresceu 10% e chegou a 28,6 milhões de assinantes, dos quais 14,4 milhões em telefonia fixa, 13,1 milhões em telefonia móvel e 1,1 milhão em banda larga. Esses números gigantescos traduziram-se em uma receita de 9,7 bilhões de dólares e um lucro recorde de 661 milhões de dólares. Num ano de resultados modestos para o setor, que cresceu 7% no total -- menos da metade da taxa registrada em 2005 --, a Telemar conseguiu se destacar pelo conjunto de seus indicadores e foi eleita a melhor empresa de telecomunicações.
Nesse setor, caracterizado pela alta velocidade das mudanças tecnológicas, a competitividade das empresas depende, em boa parte, da capacidade de antecipar tendências. Nesse aspecto, a Telemar está à frente de suas concorrentes. Desde fevereiro de 2007 a empresa reúne sob a marca Oi todas as suas operações de telefonia fixa, móvel, internet e entretenimento. A idéia é mostrar ao consumidor que a Telemar, ou melhor, a Oi, é a operadora líder na oferta de pacotes que englobam vários serviços -- os chamados serviços convergentes. "Para a empresa, tanto faz se o assinante compra minutos para falar no telefone fixo ou no celular. O importante é atender o cliente", diz Luiz Eduardo Falco, presidente da Telemar/Oi. A empresa já contabiliza 2 milhões de clientes que utilizam mais de três diferentes tipos de serviço. "É a operadora que mais bem soube comunicar para o consumidor a oferta integrada de serviços, tirando proveito de ter sob o mesmo controle operacional os negócios com telefonia fixa e móvel", diz Luiz Minoru Shibata, diretor-geral da consultoria Yankee Group para a América Latina.

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