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A indústria brasileira de açúcar e álcool viveu um momento histórico na última safra. Pela primeira vez, uma empresa do setor abriu o capital na bolsa de valores. Desde sua estréia na Bovespa, em novembro do ano passado, a Cosan, maior produtor individual de açúcar e álcool do mundo, viu suas ações valorizarem 250% nos cinco primeiros meses. O lançamento dos papéis coincidiu com um período de euforia no setor -- uma das poucas exceções num ano difícil para o agronegócio brasileiro --, que tem atraído a atenção em todo o mundo pelo potencial de o álcool brasileiro funcionar como combustível substituto ao petróleo. "Tivemos um ano excelente, resultado do trabalho desenvolvido por nossos milhares de colaboradores", diz o empresário Rubens Ometto Silveira Mello, presidente da Cosan, eleita a melhor empresa do setor de açúcar e álcool. "Com eles, buscamos a melhoria de performance, o aumento da produtividade, a redução de custos, o ganho de escala e de competitividade em nível global."

Brasil está diante de um de seus maiores desafios tecnológicos: tirar o petróleo do pré-sal.
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