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Portal EXAME - Como você entrou no mercado financeiro?
Marina Mantega - Entrei mais por curiosidade mesmo. Queria conhecer o que acontecia no mercado, entender o que o pessoal fazia no pregão, aquela gente toda falando no telefone. Eu também buscava minha independência financeira, comecei o estágio na Bovespa por isso, em 2000. As pessoas hoje me olham e dizem: "Você tem cara de ser patricinha". Mas eu não dependo dos meus pais desde os 20 anos. Eu gostava muito de trabalhar no mercado financeiro. Na época me sentia importante, ia para a faculdade pensando "eu sou trader", porque ficava mais inteirada sobre o que estava acontecendo no mundo. As pessoas conversam sempre sobre as mesmas coisas, muita futilidade, metade delas não sabe que a taxa de juros estava em 26,5% no início do governo do Lula. O meu trabalho me fazia ficar por dentro dessas coisas.
Portal EXAME - Depois da Bovespa, você estagiou na BM&F, na corretora Liquidez e foi operadora do Bradesco. Você chegou a sentir preconceito por ser uma das poucas mulheres entre os funcionários?