É comum que empreendedores encontrem inspiração para crescer em grandes ícones dos negócios. Nos últimos anos, o paulista Marcelo Abrileri, de 44 anos, procurou adaptar um modelo bastante parecido com o aplicado pelo Google para expandir a Curriculum, o site de pesquisa de vagas de emprego fundado por ele e mais quatro sócios. No ano passado, a empresa faturou 6 milhões de reais, 40% mais que em 2007, e a meta é dobrar as receitas em 2009. "A Curriculum nasceu pouco antes da bolha da internet e sobreviveu, mas demoramos anos para nos consolidar", diz Abrileri. "Tirei muitas lições do Google até encontrar o rumo certo."
A prática comum entre os sites que divulgam vagas de emprego e currículos de profissionais à procura de trabalho é cobrar uma assinatura mensal pelo serviço de quem anuncia uma vaga ou de quem se oferece para trabalhar. No caso da Curriculum, boa parte dos serviços é grátis. Os profissionais em busca de emprego não pagam nada para deixar seus currículos online. Eles só põem a mão no bolso se quiserem aparecer com mais destaque nas pesquisas - lógica quase idêntica à de links patrocinados do Google.
Esta matéria é exclusiva para assinantes da revista Exame ou usuários que compraram a revista na banca.
Se você é assinante e cadastrado no Passaporte Abril, preencha os seus dados aqui para ver a íntegra do texto:
Ainda não se cadastrou no Passaporte Abril?
Faça isso agora
Assine a Exame e tenha acesso irrestrito ao seu conteúdo na Internet.