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E-mails, smartphones, pen drives e laptops. A lista de equipamentos à disposição das empresas para impulsionar a produtividade dentro ou fora dos ambientes corporativos só cresce. Proporcionalmente, crescem também os riscos de vazamento de dados já que são diversos os meios em que os usuários acessam as informações corporativas.
Segundo um levantamento recente da empresa de segurança McAfee, mais de 60% das 1.408 companhias mundiais pesquisadas já passaram por um incidente de vazamentos de dados. E entre aquelas que sofreram a perda das informações, 61% acreditam que o responsável estava dentro da própria empresa.
Em meio ao crescimento das ocorrências de vazamento de dados, as empresas têm buscado formas de identificar e punir os responsáveis pelos crimes eletrônicos. Uma delas é a análise forense, que representa a investigação dos meios digitais para identificar qual foi a principal porta de saída desses dados. Segundo a empresa de investigação Kroll, a procura pela análise forense tem crescido. "Ao mesmo tempo em que as empresas investem em segurança da informação, as vulnerabilidades se diversificam", diz Paulo Renato Silva, diretor da área de computação forense e serviços de tecnologia da informação da empresa.