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Fábrica da GM em São José dos Campos pára por 24 horas

| 19/09/2006

Sindicato local e diretoria divergem sobre índice de reajuste dos salários

 

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exame

Uma paralisação de 24 horas foi decretada pelos trabalhadores da fábrica da General Motors (GM) no município paulista de São José dos Campos. O movimento, que começou às 6 horas desta terça-feira (19/9), envolve 9 500 funcionários, entre os turnos da manhã e da tarde. A paralisação é um protesto contra o índice de reajuste salarial proposto pela montadora - 5,47%, mais abono de 400 reais.

Os empregados, liderados pelo Sindicato dos Metalúrgicos de São José dos Campos e Região, querem 7%. De acordo com o sindicato, o principal entrave nas negociações é um acordo assinado entre o Sinfavea (Sindicato Nacional da Indústria de Tratores, Caminhões, Automóveis e Veículos Similares) e as duas maiores centrais sindicais do país - CUT e Força Sindical - no ano passado. Pelo acordo, os metalúrgicos concordaram em receber, nos anos de 2005 e 2006, um reajuste salarial composto pela reposição da inflação, mais aumento real de 1,23%. Com isso, o reajuste que deveria ser aplicado pela GM seria de 4,19%.

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