Esta matéria é exclusiva para assinantes da revista Exame.
Se você é assinante e cadastrado no Passaporte Abril, preencha os seus dados aqui para ver a íntegra do texto:
Ainda não se cadastrou no Passaporte Abril?
Faça isso agora
Assine a Exame e tenha acesso irrestrito ao seu conteúdo na Internet.
Após ver seu modelo de negócios naufragar no Brasil no final dos anos 90, a Subway está voltando à tona. A rede americana de fast food, cujo apelo são os sanduíches saudáveis à base de baguetes, espera encerrar o ano com um incremento de até 67% nas vendas. No ano passado, o faturamento foi de aproximadamente 60 milhões de reais. Em 2007, a cifra deve ficar entre 80 milhões e 100 milhões de reais.
A Subway é uma das maiores redes de fast food do mundo, com 28.107 lojas em 87 países. Para se ter uma idéia, o McDonald';s conta com cerca de 30.000 estabelecimentos em 100 países. O Burger King, cujo carro-chefe são os hambúrgueres grelhados, está em 65 países com 11.100 lojas; a rede KFC, conhecida pelos pratos de frango frito, possui 11.000 unidades em 80 países. Mas, apesar de seu tamanho e da experiência internacional, a Subway precisou reestruturar toda sua operação no Brasil para que pudesse colher os primeiros resultados positivos.
Quando chegou ao Brasil, em meados dos anos 90, a Subway optou por um modelo de franchising liderado por um master franqueado que responderia pelas operações no país. A rede chegou a contar com 52 lojas no Brasil, mas uma série de problemas levaram à implosão do negócio. Em 2001, o master franqueado deixou o negócio e a grande maioria das lojas franqueadas fecharam. Da rede original, apenas três resistiram. Muitos ameaçaram processar a Doctor';s Associate, empresa americana que detém mundialmente a marca Subway. Sem um intermediário no Brasil, as poucas lojas que resistiram passaram a contatar diretamente a matriz da empresa, nos Estados Unidos.