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A polêmica sobre quem deve explorar as grandes reservas de óleo descobertas no pré-sal ganhou as páginas da edição desta semana da revista britânica The Economist. Na reportagem A funny kind of reward (Uma estranha forma de reconhecimento), a publicação criticou a criação de uma nova estatal focada apenas na administração dessas reservas, como deseja o governo federal, e afirmou que a Petrobras é a empresa mais indicada para a tarefa.
Sobre a nova estatal, apelidada pelo mercado de Petrosal, a revista afirma que "qualquer nova companhia pública pode se transformar, rapidamente, em um foco de indicações políticas". Embora o controle da Petrobras também pertença ao governo, tornando a empresa sujeita a interferências dos políticos de plantão, a Economist destacou sua condição de companhia de capital aberto, "sujeita à disciplina do mercado e relativamente enxuta".