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Sem CPMF, Brasil se distancia do grau de investimento

| 13/12/2007

Para economistas ouvidos por EXAME, a possível redução do superávit primário adiaria para 2009 a elevação do índice de confiança sobre o país

 

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exame

A decisão do Senado de barrar a prorrogação da CPMF (Contribuição Provisória sobre Movimentação Financeira), tomada em votação na madrugada desta quinta-feira, pode adiar a concessão do grau de investimento ao Brasil, segundo economistas ouvidos pelo Portal EXAME.

O motivo da postergação seria a posição conservadora que as agências internacionais de avaliação de risco tenderiam a assumir diante de uma redução brusca no superávit primário do setor público, como é chamada a economia feita pelos governos e pelas empresas estatais com a finalidade de abater a dívida pública.

Essa diminuição no superávit, por sua vez, seria uma conseqüência da necessidade de reorganizar as contas do governo, diante da perda dos cerca de 40 bilhões de reais anuais que a arrecadação da CPMF garantia.

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