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Publicado em 01/09/2008 - 18:10
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O mercado de mobile marketing está mesmo aquecido. Depois de a Spring Wireless arrematar a Okto, agora é a vez da Compera nTime também fechar negócio no ramo. A empresa, com faturamento de 30 milhões de reais, decidiu investir na incorporação da Movile, que fatura 1 milhão de reais -- o valor do investimento não foi divulgado.
Segundo Fabrício Bloisi, presidente da Compera nTime, a intenção da aquisição da companhia é partir para o negócio de campanhas de marketing, panfletos virtuais e patrocínio de conteúdo no celular. Até então, a empresa não atuava nessa área e concentrava suas operações no desenvolvimento de aplicações como alertas diários, ferramentas para atualização de blogs, comunidades e do Orkut pelo celular, além de veiculação de vídeos e TV nos dispositivos móveis. No segmento corporativo, desenvolve plataformas para automação de força de vendas e acesso remoto a sistemas corporativos.
A Compera nTime nasceu de uma fusão realizada no fim do ano, e tem entre seus acionistas a Rio Bravo Investimentos e a Naspers, empresa de mídia sul-africana com participação no capital da Editora Abril, que edita EXAME. A companhia mantém operações em Campinas, Rio de Janeiro e São Paulo. Hoje, o faturamento da empresa está dividido 80% em entretenimento e 20% serviços corporativos.
Ao que tudo indica, o setor de mobile marketing está no auge da consolidação. Alguém arrisca quem será a próxima a ser digerida?
Publicado em 01/09/2008 - 12:30
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Publicado em 29/08/2008 - 16:59
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A Claro informou há pouco que está entrando em contato com os interessados em comprar o iPhone que preencheram o cadastro em seu site. A operadora oferece como opção a reserva do aparelho por 100 reais, valor que será descontado do preço final - ainda não informado pela Claro. A operadora também não informou quando deverão começar efetivamente as vendas, mas a Macworld diz que será em setembro.
Conversando com uma atendente da operadora há pouco no bate-papo online, descobri que o pagamento desses 100 reais poderá ser à vista e via cartão de crédito das bandeiras American Express, Dinners, MasterCard e Visa. Ela inclusive me deu um exemplo: ´Se o iPhone 3G custar 2 500 reais mas descontando os 100 reais da reserva, o cliente pagará 2400,00 reais´ -- será um indício do preço real ou foi só chute?
Depois disso, me falou a atendente, a operadora retornará o contato para informar os planos, tarifas, preço do aparelho e finalizar a compra. A retirada do aparelho será feita em uma loja da Claro em um prazo de até 60 dias após o contato. Segundo ela, assim que o cliente pagar os 100 reais, terá até dois meses para ter o aparelho em mãos - e nesse meio tempo será informado sobre o preço do aparelho. Os contatos com os cadastrados começou hoje.
Sobre a devolução do dinheiro da reserva: caso o usuário desista em até 7 dias após o pagamento da taxa de 100 reais ou a Claro não entregue o iPhone 3G em até 60 dias, o cliente terá a devolução do valor pago pela reserva. -- o que ela não explicou é se o comprador desistir depois dos 7 dias pós-pagamento dos 100 reais. Ele perde esse dinheiro? Boa pergunta...
Ainda na conversa no chat online, perguntei se o pagamento de 100 reais está disponível só para clientes de outras operadoras, mas ela disse que não. Me informou que mesmo clientes Claro que já se cadastraram no site manifestando interesse pelo iPhone, terão a opção de reservar o aparelho por esse valor.
O iPhone foi homologado pela Anatel no dia 12 de agosto, em tempo recorde, e desde lá, as operadoras correm para lançar o aparelho. Na América Latina, o aparelho estreou na última sexta-feira, dia 22.
Publicado em 27/08/2008 - 17:37
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Ainda não existe previsão para quando a HP e a EDS devem unir efetivamente as operações no Brasil. Mas quando o sinal verde regulatório for dado para a incorporação local, as operações de serviços da HP Brasil já estarão prontas para encaixar as da EDS. Explicando melhor: a unidade de serviços -- que é a que será mais impactada com a incorporação da EDS -- já tem divisões que facilitarão a digestão da nova empresa.
Ainda no primeiro semestre, a HP fatiou a unidade de serviços em: serviços de tecnologia, outsourcing e consultoria -- todos dentro da área de TSG, Tecnology Solutions Group, que envolve também produtos como servidores, storage e software. A estratégia, que seguiu determinações globais, caiu como uma luva com a aquisição. Com as divisões já feitas, fica mais fácil transferir as operações -- deverão passar para a EDS as divisões de outsourcing e consultoria de aplicações. Os funcionários da HP também serão realocados.
No Brasil, desde meados de maio -- quando a intenção da aquisição foi anunciada -- times com integrantes das duas empresas foram formados no Brasil para preparar um processo de integração suave. Segundo Denoel, essas equipes vêm trabalhando desde então e a missão será trabalhar aspectos culturais, de comunicação, além de preparar as formas de abordagem ao mercado e a integração dos modelos de negócio.
´EDS, uma empresa HP´
Quem acompanhou o mercado de TI na época da digestão da Compaq, em meados de 2002, talvez se lembre de algo muito peculiar que a HP fez. A companhia tentou transmitir a realidade da nova companhia aos seus funcionários - e também ao mercado - com o título ´Nova HP´. Vários meses depois da aquisição ainda ouvia-se ao telefone um sonoro ´Nova HP, bom dia´.
Conversei com o Denoel a respeito, e ele me disse que seis anos atrás chamar a empresa de ´Nova HP´ fazia sentido porque era uma fusão de porte admirável. Eram duas empresas praticamente do mesmo porte que estavam se unindo e era necessário fazer com que no dia-a-dia os funcionários, os parceiros e os clientes percebessem o novo momento. No caso da EDS, que tem um porte menor que o da HP, essa transmissão e a adaptação cultural vai ser um pouco diferente. A EDS utilizará um adendo à marca, ´EDS, uma empresa HP´, para indicar sua nova realidade.
Em um relatório, a consultoria Ovum aponta que a integração da EDS não será um bicho de sete cabeças para a HP, que, desde a chegada do CEO Mark Hurd, em 2005, já fez 20 aquisições claro que não do tamanho da EDS, mas em iniciativas que contribuíram para aumentar a experiência da HP sobre o assunto... É inegável, porém, que esse segundo semestre vai ser de bastante mão na massa para a HP. Ao mesmo tempo em que comanda o início da fagocitose da EDS, a empresa vai ter que trabalhar para fechar os números, afinal, outubro é o último mês do ano fiscal da empresa.
Mas apesar de todo o trabalho que vem por aí, a sensação é de ânimo entre todos os executivos da empresa, entre eles Ann Livermore, responsável pela área de TSG que esteve no Brasil em julho. Dizem os analistas que esta era a grande aquisição que faltava à HP para fortalecer suas operações de serviços e brigar por esse mercado tão promissor. Agora que a luz verde foi dada, ninguém duvida que a corrida pelas oportunidades será grande especialmente sob o comando do ultracompetitivo CEO Mark Hurd.
Publicado em 27/08/2008 - 10:13
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Sérgio Teixeira Jr.
Sérgio Teixeira Jr., editor de Exame e responsável pelo Portal Exame, escreve sobre as novidades no mundo da tecnologia. steixeira@abril.com.br Camila Fusco Camila Fusco é repórter da editoria de Tecnologia da revista EXAME camila.fusco@abril.com.br Denise Dweck Denise Dweck é repórter da editoria de Tecnologia da revista EXAME denise.dweck@abril.com.br ![]() |
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