
Lomborg: celebridade da Cop-15
O cientista político dinamarquês Bjorn Lomborg não é nada querido pelos ambientalistas, simplesmente porque nada contra a corrente. Enquanto o único assunto discutido aqui em Copenhague é o corte de emissões de gases causadores do efeito estufa, Lomborg passeia pelo Bella Center, onde a Cop 15 está sendo realizada, pregando o discurso inverso: o de que adiantará pouco os países selarem um acordo ao final da semana que vem. A razão: eles não conseguirão cumpri-lo. Ainda que dono de idéias tão politicamente incorretas em tempos de aquecimento global, Lomborg passeia sem constrangimento pelo Bella Center porque é uma espécie de celebridade, aqui na Dinamarca e também fora dela – e se comporta como tal. Embora tenha entrevistado Lomborg algumas vezes pelo telefone no Brasil, marcar uma hora para conversar com o “ambientalista cético” aqui, que é como ele conhecido por ter lançado livros como Cool It — The Skeptical Environmentalist’s Guide to Global Warming (em português, algo como “Calma lá — o guia do ambientalista cético para o aquecimento global”), não foi nada fácil. Tentei na segunda-feira, mas Lomborg estaria o dia inteiro por conta do TV2, um dos principais canais de notícias local. No Bella Center, o vi algumas vezes andando pra lá e pra cá e conversando com pessoas sendo seguido por dois cinegrafistas. Na terça, vi Lomborg sentado nos sofás do centro de imprensa, concedendo ininterruptas entrevistas. Finalmente, ontem, consegui um espaço na agenda de Lomborg.
O senhor não acredita no corte de emissões, e o tenho visto aqui na Cop 15, um evento que tem como princípio a idéia de que os países resolverão o problema do aquecimento dessa maneira, cortando emissões. Está aqui tentando convencer as pessoas de que esse não é o melhor caminho?
Exatamente. Eu sou basicamente uma acadêmico que tenta disseminar boas idéias. E aqui há mais de 15 000 pessoas que querem fazer o bem. O problema, infelizmente, é que elas estão se apegando a estratégia errada para resolver o problema. Elas estão se apegando à estratégia que fracassou pelos últimos 18 anos.
Poderia explicar isso melhor?
Veja: prometemos cortar em emissões na Eco 92, no Rio, e não o fizemos. Prometemos cortar ainda mais emissões em Kyoto, em 1997, e também não conseguimos. Agora estamos aqui em Copenhague, 18 anos depois, dizendo: vamos tentar a mesma velha estratégia de novo, mas fazer o cenário ficar ainda mais difícil e prometer que vamos cortar ainda mais as emissões._
E qual é o caminho então?
Gostaria que as pessoas pensassem que precisamos achar uma nova estratégia que realmente funcione. Se realmente queremos combater o aquecimento global não está na hora de adotarmos uma medida que realmente podemos cumprir, em vez de uma que apenas soe bem?
Na sua opinião, qual é o resultado mais provável de Copenhague? Vamos selar um acordo que vai nos permitir resolver o problema?
Infelizmente não. Vamos ter um documento bonito, cheio de palavras de peso e vamos estourar uma champanhe e todos os países vão voltar para casa se achando vitoriosos. E é claro que, daqui a dez anos, nada terá acontecido, e esse é o pior resultado que eu posso imaginar. A estratégia vai falhar de novo por vários motivos e um deles é porque custa caro cortar emissões.
O que devemos fazer então?
Fizemos um estudo com alguns dos mais importantes economistas do mundo, e isso inclui 28 profissionais especializados na questão climática e mais três prêmios Nobel. Perguntamos a eles: se vamos gastar dinheiro para combater o aquecimento global, qual a melhor maneira de gastar esse dinheiro, a mais eficiente? E o que eles calcularam é o seguinte: para cada dólar que você gasta para cortar emissões – mesmo que você gaste esse dinheiro de maneira muito eficiente – você vai evitar dois centavos de dano climático. Ou seja, 98% do dinheiro é jogado fora. O que é um péssimo negócio.
E o que seria um bom negócio?
Investir em pesquisa para tornar as tecnologias verdes mais baratas no futuro. Para cada dólar investido você vai ter 11 dólares de benefício climático. Se investíssemos o suficiente para tornar os painéis solares mais baratos que qualquer outra forma de energia de origem fóssil estaríamos no caminho de solucionar o problema do aquecimento porque todas os consumidores iriam comprá-los. E não porque algum governo os forçou a fazê-lo, mas porque tornamos a tecnologia acessível. Esqueçamos simplesmente o dogma do corte de emissões. Vamos investir para tornar as tecniologias verdes mais baratas que o problema se resolverá naturalmente
sexta-feira, 11 de dezembro de 2009 -
11:40
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É muito provável que o Sr. Bjorn Lomborg esteja certo quando diz que “estamos tentando resolver usando a estratégia errada, como Rio Eco 92 e Kyoto, e agora Cop15″, e talvez, a mais cara, segundo ele. Mas o investimento certo e com retorno para sempre é o investimento sério, comprometido e massiço em Educação, mudando totalmente o modelo atual consumista, para um modelo que contemple os valores éticos, morais e, dentre eles, o respeito à natureza, como esta merece. Isto tem que ser global e em forma de lei.
Parabéns Ana. O Bjorn Lomborg é show, porque usa a lógica da economia que é simples e qualquer um entende. Não existe complexidade nem mentira na ideia dele. Enquanto que os ambientalistas radicais jogam com propaganda enganosa! Você já está percebendo isto, com certeza. É imoral se jogar tanto dinheiro fora, quando temos a fome de milhões de pessoas para saciar e a falta de trabalho! Quando o dinheiro dos ricos chegar aos países pobres, a maior parte dele entrará para a roda da corrupção. Alguém duvida? Para o Lomborg ficar perfeito ele precisa conhecer os argumentos geológicos sobre a importância das emissões do CO2 para a atmosfera terrestre. Foi a descoberta do Ciclo da Energia no planeta que revelou a impossibilidade geológica das emissões de CO2 causarem esfeito estufa. Pretendemos encontrá-lo em Chicago, onde acontecerá a Conferência do Clima,em maio de 2010. Confira: http://www.heartland.org/events/2010Chicago/index.html
Ainda tem mais uma semana para você suportar a QUIZUMBA da COP15. Volte logo, Ana! Abraços
Estamos diante de um enorme problema que requer de maneira urgente uma solução. Observamos que neste exato momento os representantes dos Estados buscam freneticamente tal solução, mas eis que vem a pergunta: será que esta forma proposta em Copenhague é a melhor? penso que não devemos efetuar o combate ao aquecimento global por meio de uma única forma, pois estamos diante de problema que requer maneiras cumuladas de combate. Desta forma, não podemos deixar de lado o combate ao aquecimento global por meio das reduções de emissão de carbono na atmosfera, principal ponto de pauta na Dinamarca. Diante de um momento em que as pessoas sentem na pele os efeitos do aquecimento global, não poderíamos entender que tais metas firmadas em copenhague seriam meramente um discurso em que muitos não iriam cumprir e que não conseguiriam produzir efeitos. Podemos afirmar que neste aspecto os tempos são outros, verificamos a todo momento os efeitos de tais emissões de gases responsáveis pelo aquecimento global, de modo que tantas discussões sobre o tema que se travam cotidianamente, jamais deixaria as pessoas esquecerem e colocarem de lado o ato de não cumprimento de tais metas pelos países.
Ele não é ‘nada querido’ porque tem coragem de verbaizar ‘verdades incovenientes’; e a verdade incomoda. Bem melhor vivermos a hipocrisia de Copenhagem, um lugar maravilhoso para passear, às vésperas do Natal!!!…
Alguém tem que pensar diferente senão, seremos engolidos por um grande dogma que está se criando quanto a questão ambiental.Não da para acender uma vela a Deus e outra ao Diabo pois se queremos ter o “conforto” existente construido pela emissão de poluentes pelo passado, precismo mudar a tecnologia que produz este conforto como também a cabeça do consumidor.
Com todo respeito aos comentários e a linha de raciocínio d ocientista político dinamarquês Bjorn Lomborg sou obrigado a discordar por tres razões básicas:
1º Mitigação, Adaptação e Inovação com Transferência de Tecnologia com baixo carbono representam as 3 variáveis ou vetores da equação da sustentabilidade e que se completam no tempo e no espaço no intuito de reveter ou minizar o atual quadro de degradação socioambiental e de aquecimento global planetário. Portanto, considerar uma delas em detrimento das outras é no mínimo não compreender a importância também no tempo e no espaço dessas imperiosas ferramentas de gestão socioambiental estratégica, seja global ou localmente.
2ºQuando ele coloca o dado histórico que “estamos há 18 anos”, não é verdade, pois o CENÁRIO HOJE PLANETÁRIO é outro, onde inclusive os EUA, CHINA e sobretudo os países ditos EMERGENTES, comandados pela batuta do Brasil e agora também da China disponibilizaram VONTADE POLÍTICA para o estabelecimento de METAS, e isto é um EXTRAORDINÁRIO AVANÇO, quando comparado as outras reuniões que era impossível imaginar esse quadro.
3º Estabelecer a relação e competição de custos versus benefícios entre essas variáveis que se completam, mitigação, adaptação e inovação com transferência tecnológica, e comparar mamão com abóbora ou abacaxi com tomate, pois as tres são igualmente imperiosas e determinantes, a despeito de custos, pois trata-se de ações interligadas, interativas e que cumprem propostas e ações de curto, médio e longo prazo, portanto qualquer medida que objetive substimar um e subvalorizar o outro pode ser muito perigo. É como voce achar que por um paciente precisar de uma transfusão ou um reimplante, ele não precisará tomar remédio nesse interregno para não encarecer o tratamento. Se uma vida não tem preço, image 6 bilhões e mais o próprio planeta terra. Nesse caso, o Sr. Bjorn Lomborg torna-se frio, calculista e sem amor a humanidade. A inovação tecnologia é necessária e uma promessa, mas não uma já realidade, e enquanto isto, faz-se o quê?
Espero e desejo que após Companhegue, o mundo receba UM CHOQUE DE ORDEM PLANETÁRIA PARA A SUSTENTABILIDADE, mas com a aplicação concomitante dos vetores de Mitação, Adaptação e da Inovação com Transferência Tecnologia em cada região do planeta, pois todas as tres são imprescindíveis.
Jorge Marcos Barros
Educador, gestor e consultor socioambiental para a sustentabilidade
Ele está dizendo a verdade ululante e como tal, não é focada.
As tecnologias “verdes” só serão massificadas quando atingirem a porção mais sensível do ser humano, o bolso !!…
Até lá só servirão para ONGs faturarem o seu e os ecochatos nos importunarem…
Concordo. parece contraditório e errado, mas a idéia faz sentido.Porque os EUA não cobram uma taxa maior, bem maior, no preço da gasolina? porque não taxar mais seus veículos beberrão? porque não incentivar a instalação de painéis em todas as residência do brasil que tem sol o ano inteiro? porque não fornecer descontos no IPTU para prédios que tem cobertura verdes? simples assim.
Bjorn Lomborg, eh um academico, assim esta fora da realidade. A sabedoria popular pre-Cabralina e pre-Colombo tem muito a nos ensinar. Mas, os academicos se arrogam sabios, vivem de dar aulas, tem medo de; se aceitarem a sabedoria popular, ficarem desempregados.
Acho que esse cara tá mais é certo!
O Brasil é um belo exemplo disso. Hipocrisia total. Está faltando ’sombra’ no sudeste e nordeste do país [aquecidos] e os idiotas querem arvores em pé fazendo sombra na amazônia.
Na energia eólica e solar – a maior BURRICE brasileira é a legislação que impede que pequenos produtores de energia possam vendê-la. O ‘caro’ deste tipo de energia é armazená-la. Ao ‘produtor’ deveria ser permitido vendê-la imediatamente ou seja, ‘jogá-la’ dentro da rede elétrica existente. À noite teria um fluxo inverso. Este sistema mist já e usado na Alemanha e no Brasil como temos brasileiros no governo… é do jeito que é!!!!
Estou de acordo com o Jorge Marcos Barros, que faz uma análise bastante pertinente da situação. Acrescento que, sem propaganda não existe negócio que prospere. Mesmo que Copenhague se limite a fazer essa propaganda, já vai estar de bom tamanho. Muito melhor do que fazer nada. De outro lado, tenho sérias dúvidas que os governos façam o que vão acordar, e aí o Sr Lomborg parece que está certo. Enfim, com tanta gente metendo o bedelho, espero que ainda dê tempo de não nos aforgarmos nas águas do gelo derretido, e em nossas próprias lágrimas, pela destruição deste nosso lindo planeta.
O que esse povo tem que entender que gestão não é esforço, mas sim resultado. Pensem bem, precisa fazer uma convenção com 15 mil melancias ( verdes por fora, mas vermelhos por dentro – Orfãos do Marxismo, comunismo, socialismo e outros ismos) que acham que vão salvar o mundo e a humanidade, mas não sabem nada de clima? O COP 15 não passará de mais uma reunião para mais uma vez somente reunir um bando de beócios que adoram fazer turismo às custas do dinheiro alheio. Chega de blá, blá, blá e vão trabalhar cambada de vagabundos, bando de ‘macacos interesseiros”.
Cadão,
Feliz Aniversário.
Espero que com toda a comemoração você encotre um tempinho para ler esta matéria.
Acho que está na linha que penso para nosso texto.
Abraço,
acho muito interessante o comentário,que o cientista afirma sobre educação, sim pesquisa requer processo sitemico na EDUCAÇÃO, ou seja, começar a incentivar a opesquisa nos bancos escolares, amadurecer na ensino medio e depois nas universidade serem concretizadas em projetos de conclusão de curso. Vejamos que alguns paises do priemrio mundo, um pesquisador leva no minimo 10 a 15 anos para concluir suas teorias, No Brasil, um aluno se forma em 4 ou 5 e depois no mestrado,se especializa.TENHO ESTUDADO , o processo da educação e os processos das mudanças climáticas na formação e nas mudanças necessárias neste processo mundial.Enquanto destinarmos apenas 1% do PIB Nacional à pesquisa, tendo comofoco apenas o tercerio grau,estaremos abortando soluções inteligentes para velhos e antigo problema planetário: o aquecimento global.
leia esta materia
nos dias atuais se falam muitos, mas o importante é agir!. pra que otimas teorias se não as colocamos em pratica. devemos sim investir no desenvolvimento sustentável.
investir na prevervação anbiental de maneira racional nunca é desperdicio de dinheiro.
Creio e temo que o sr. Lonborg tenha uma certa razão, não gostaria de ser tão cético como ele mas o tratado(protocolo) de Kyoto mostrou isso ou seja o fracasso.Todos estão felizes brindarão ao final e nada será feito para a redução de emissão dos gases. Os EUA foi uns dos maiores culpado desse fracasso sabem porque? Interesse econômico.
Creio e temo que o sr. Lonborg tenha uma certa razão, não gostaria de ser tão cético como ele mas, o tratado(protocolo) de Kyoto mostrou isso ou seja o fracasso.Todos estão felizes brindarão ao final e nada será feito para a redução de emissão dos gases. Os EUA foi uns dos maiores culpado desse fracasso sabem porque? Interesse econômico.
Muita ingenuida acreditar que o Brasil , numa posição humilhante em relação as nações nucleares, possar ter alguma força para enfrentar os interesses dessas nações. Se elas quisessem resolver alguma coisa, já teriam resolvido sem essa convenção turistica e de gastos inuteis. Tanta coisa em nosso pais urge para ser administrado com competencia:educação, saude e segurança, alem de empenho em nossa soberania.
Infelizmente a meu ver estas iniciativas de cortar/diminuir/subtrair o envio de emissões de gases na atmosfera está fora de foco. Ninguêm vai diminuir nada, se os seres humanos continuarem consumindo. Se tiver mercado comprador, quero ver algum político aprovar medidas para conter o crescimento de um país tendo demanda, mercado comprador. Por produtos e mais produtos cada dia mais e mais sofisticados…Esta equação não fecha, não bate. Esta discusão é balela..e não deve dar em nada. O que temos de fazer além de discutir tudo o que é possível para diminuir estas emissões, É impor regras a todas as empresas existentes no mundo(utopia, delirio…), e conscientizar os humanos em todos os níveis(Mais utopia…)A respeito do clima e suas consequências.e o mais importante a meu ver. CAMPANHA MUNDIAL CONTRA O NASCIMENTO IRRESPONSÁVEL. Soa nazista, mas infelizmente é para ser. Com a população crescendo nos níveis que está crescendo hoje em dia, não teremos como consertar nada do que já esta sendo feito errado hoje em dia. Só vamos piorar e piorar.
CAMPANHA NASCIMENTO RESPONSÁVEL, serve não só para o clima no mundo mais também para todos males que afligem os humanos. como miséria, fome, violência em todos os níveis,falta de educação,falta de civílidade, desmatamento,destruição de reservas naturais, ocupação desenfreada e irregular de morros, mangues, beira de rios, favelização,saúde pública, etc. etc. etc… CAMPANHA NASCIMENTO RESPONSÁVEL. A contracepção deveria ser um caso de saúde pública mundial./Laica.rasa.fria.e infelizmente calculista. E dai ajudaríamos o clima com certeza… de outra forma vamos ficar só no discurso e na boa intenção…E todo mundo sabe que o inferno ja está cheio de boas intenções. Soa nazista. mas fazer oquê…nós humanos merecemos.
[...] assim o envio prévio das diferentes e possíveis versões deste acordo geraram reuniões antes da conferência, de portas fechadas, com o intuito de ter em mãos um documento que seria uma espécie de contra [...]
COP 15 Comentário
Essas reuniões não passam de um saco de gatos e de “macacos interesseiros”. Qual o foco onde se discute de tudo? O que é urgente e importante? É da natureza humana, mais importante e urgente é aquilo que me interessa. É bem o que acontece nessas reuniões para se discutir o futuro do planeta, assim como qualquer outra onde se predomina primeiro os interesses individuais (ou Jogos de Soma Zero). Assim como já aconteceu na Eco 92, Kyoto 97, Copenhague 2009 também não foi diferente, pois os pontos de vista são os mais diversificados.
“O mais descarado auto-interesse” foi mesmo o mote do encontro de Copenhagen. Analisemos as performances dos nossos conhecidos domésticos: Lula, Dilma,Serra,Minc…. Vejam o Al Gore e o Obama tentando desesperadamente manter o que lhes resta da aura de “salvadores globais”. Dos melancias ( verdes por fora, mas vermelhos por dentro então nem se fale. Virão o exemplo do “CARA e sua candidata”, prometendo dinheiro? Tudo retórica, no final, não vão desembolsar nenhum tostão e a sua popularidade aumentou um pouco mais e talvez ainda consiga mais uns votinhos para sua candidata”. Gênio. O maior vendedor do mundo, mas não fez nada a não ser usar enganar os trouxas através do subterfúgio do mais “descarado auto-interesse”. Um bom livro que explica cientificamente esse comportamento é o “THE PREDICTIONEER´S GAME”–(”O jogo do prognosticador”) do autor Bruce de Mesquita, ou seja, na hora “H”, os agentes se comportam de acordo com seus interesses,independentemente da retórica que usem. A TEORIA DOS JOGOS e a EVOLUÇÃO explicam, pena que jornalistas e melancias não entendem nada disso e sem querer talvez por falta de conhecimento científico e ignorância embarcam na conversa desses “macacos interesseiros”e retransmitem (via FWD) sem fazer nenhuma análise crítica e assim contribuem para enganar os incautos. Infelizmente está sobrando mestres e doutores, mas falta ciência.
Demorou para acontecer!!Depois que caiu o muro de Berlim os esquerdistas de todo o mundo elegeram o ambientalismo como o material a ser trabalhado.E conseguiram!Hoje há uma enormidade de dinheiro rolando nas sombras de ONGs e departamentos e ministerios mundo afora.É logico que o catastrofismo injeta mais dinheiro e poder nessa matriz,cujos beneficiarios sao os antigos “vermelhinhos” que hoje são “verdinhos”.A influencia que tem na mídia faz com que só estudos catastrofes ganhem as manchetes ao mesmo tempo que colocam pesquisadores nao alinhados como o lobo mau das historias.Hoje ja sabemos quem sao os porquinhos da historia!!!!!
A SOLUCAO ESTA EM MELHORAR AS TECNOLOGIAS VERDES. FAZ MUITO MAIS SENTIDO MELHORAR A PERFORMANCE ENERGETICA DE CONSTRUCOES, VEICULOS, ETC DO QUE GERER MAIS ENERGIA COM COMBUSTIVEIS FOSSEIS. O CAP AND TRADE E SO UMA MANEIRA DE EXTORQUIR IMPOSTOS DOS CONTRIBUINTE. JA VIMOS ESSA HISTORIA NA CPMF. SE FOR USADA TAXACAO PARA GERAR MAIS EFICIENCIA QUE SEJAM MELHORADOS OS MECANISMOS JA EXISTENTES.
POR EXEMPLO: OS VEICULOS MOVIDOS A CLEAN DIESEL SAO MUITO MAIS EFICIENTES DO QUE OS MOVIDOS A GASOLINA. SERIA RAZOAVEL TAXAR MAIS A GASOLINA PARA SUBSIDIAR VEICULOS A DIESEL.
QUANTO A MUDANCA CLIMATICA; FORTES EVENTOS NATURAIS COMO ERUPCOES VULCANICAS E INCLINACAO DO EIXO DA TERRA MUDAM TOTALMENTE AS PREVISOES DE QUALQUER MODELO.