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Quebra de sigilos
Por Marcelo Onaga | 13/10/2009 - 15:31

A CPI da Conta de Luz deve requerer amanhã a quebra de sigilos fiscal e bancário do ex-procurador da Aneel, Cláudio Girardi, e da empresa NeoEnergia, controladora da Coelba, distribuidora de energia da Bahia. De acordo com o presidente da CPI, deputado Eduardo da Fonte (PP-PE), Girardi é suspeito de ter beneficiado a Coelba em uma disputa com a Braskem pelo uso de linhas de transmissão construídas pela companhia petroquímica do grupo Odebrecht. Girardi contrariou todos os pareceres técnicos, que eram favoráveis à Braskem, e se posicionou favorável ao pleito da Coelba, que queria usar as linhas da empresa.

Depois de deixar a Aneel, no fim do ano passado, Girardi foi contratado pela Coelba, por meio de um escritório de advocacia, para representá-la no processo. Da Fonte quer cruzar as movimentações financeiras da NeoEnergia e de Girardi para checar se houve algum pagamento enquanto o advogado ainda era procurador da Aneel.

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O sucesso das elétricas
Por Marcelo Onaga | 13/10/2009 - 12:25
As motos elétricas foram o grande sucesso do Salão de Duas Rodas, que terminou ontem no Parque do Anhembi, em São Paulo. Desde pequenas bicicletas com potência inferior à de um chuveiro a potentes modelos de competição, foram elas que despertaram o maior interesse dos visitantes. Para se ter uma idéia, a Kasinski, comprada recentemente pelo grupo chinês Zongshen em sociedade com o empresário brasileiro Cláudio Rosa, vendeu 260 scooter elétricos de 1000 watts (potência semelhante à d euma moto de 100 cilindradas, segundo o fabricante). Já o mesmo modelo de scooter, mas movido à gasolina, teve 150 unidades vendidas nos seis dias de exposição.
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JHSF e Hedging Griffo terão fundo
Por Marcelo Onaga | 13/10/2009 - 10:07
A incorporadora JHSF, dona de empreendimentos como o shopping Cidade Jardim e sócia da rede Fasano de hotéis, e a corretora Hedging Griffo vão criar em breve um fundo de investimentos em renda fixa lastreado em imóveis. De olho na legislação recente que garante benefícios fiscais, como isenção de imposto de renda, aos ganhos mensais provenientes de fundos imobiliários, a JHSF decidiu que vai vender cotas de empreendimentos comerciais prontos e que já estejam rendendo aluguéis. O primeiro fundo deverá captar cerca de 200 milhões de reais e terá entre seus ativos edifícios como o Metropolitan, na capital paulista, sede de algumas das principais empresas e bancos do país.
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Marcelo Onaga
Editor e colunista de EXAME, escreve sobre novidades nas áreas de negócios, economia e política.
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