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Bovespa Mais - agora vai?

Guilherme Fogaça, da reportagem EXAME PME, São Paulo

A abertura hoje do Bovespa Mais, o segmento de listagem de ações voltado especificamente para pequenas e médias empresas, não é exatamente uma inauguração. O programa existe desde 2006, quando a bolsa quis aproveitar o bom momento que se desenhava no mercado de capitais brasileiro para trazer o maior número de estreantes possível. A idéia do Bovespa Mais era ser uma porta de entrada gradativa para o mercado de ações, que viabilizaria o crescimento das pequenas e médias até que elas saltassem aos patamares mais avançados de negociação -- os níveis 1 e 2 e o Novo Mercado.

Dois anos se passaram sem que nenhuma empresa utilizasse o Bovespa Mais para ingressar no mercado. Não porque o programa fosse ruim. Pelo contrário: a própria Bovespa se dispôs a auxiliar as novatas a implantarem a gestão de uma companhia aberta, oferecendo, por exemplo, relatórios de consultorias independentes. Mas as companhias que poderiam ter aproveitado o programa trilharam caminhos diferentes: ou esperaram a empresa ganhar porte suficiente para ingressar direto no Novo Mercado ou optaram por vender participações a fundos de capital de risco para só depois ingressar na bolsa.

A estréia efetiva do Bovespa Mais acontece hoje com o lançamento de ações da Nutriplant, uma pequena empresa de fertilizantes de Paulínia (SP), dona de um faturamento anual de 28 milhões de reais. Será que agora o Bovespa Mais vai decolar?

Leia aqui a reportagem de EXAME PME sobre pequenas e médias empresas que pretendem abrir capital

Clique abaixo em comente para dar sua opinião sobre a abertura de capital de pequenas e médias empresas


Publicado em 13/02/2008 - 09:53


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Uma loja de rua para vender franquias?

Em janeiro, o Marcelo Cherto, consultor de varejo e especialista em franquias que muitos de vocês conhecem, me contou num almoço que iria abrir uma loja de rua para vender franquias. Como fazia muito calor, pareceu-me uma miragem. Nunca soube desse tipo de canal de venda em lugar algum do mundo e nem entendi muito bem o que teria dentro da loja: maquetes das franquias? gavetas com os logotipos? um quiosque de lavanderia ao lado de uma sala de curso de inglês com uma cozinha para comida chinesa? tudo isso junto?
Agora soube que o Frederico Anacleto, ex-executivo do Boticário (ou seja, franquia é com ele mesmo), é o novo diretor de Expansão do Grupo Cherto. Ele está justamente procurando um ponto comercial em São Paulo para instalar uma loja especializada na comercialização de franquias de várias marcas.
Estou bastante curiosa para ver como a loja vai funcionar. O Cherto e o Anacleto não são tipos que costumam investir em canoas furadas. Ao mesmo tempo, como toda inovação, os resultados são incertos. O que vocês acham?
Clique em comente para dar sua opinião sobre a idéia de uma loja de rua para vender franquias de diversas marcas
 

Publicado em 09/02/2008 - 09:47


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Exportando (mais) com o real forte

Recentemente encontrei o Marcos de Andrade, da manequins Expor, que apareceu na nossa capa sobre pequenas e médias empresas que crescem com exportações, publicada há dois anos. De lá para cá, o real continuou forte -- e a Expor, firme. As receitas externas representam 27% do faturamento. Mas a vida é dura. Marcos me contou que, para manter esse percentual em valores, a venda em unidades aumentou, assim como a luta contra os custos, a fim de manter a rentabilidade. 

A novidade agora está no México, onde a Expor vai abrir seu primeiro escritório fora do Brasil, em maio. O México não foi escolhido somente porque a Expor já é fornecedora das maiores redes locais. Marcos e seus irmãos acreditam que o mercado mexicano oferece muitas oportunidades também entre as redes de menor porte, que hoje se abastecem internamente.

A Expor vende seus manequins para Argentina, Chile, Uruguai, Peru, Panamá, Mexico, África do Sul, EUA e Comunidade Européia. Como alguns clientes têm filiais em diversos países, vários dos manequins acabam indo para Dubai, Rússia e até China.

As exportações tornaram-se tão estratégicas para a Expor que o irmão do Marcos, o diretor comercial Guilherme, agora só cuida disso. Outro irmão, o Octaviano, ficou responsável pelo varejo nacional que, segundo Marcos, estava precisando de mais atenção por parte da empresa.

Clique abaixo em "comente" para contar outros casos de pequenas e médias empresas exportadoras bem sucedidas

Clique aqui para ler a reportagem de capa sobre pequenas e médias empresas que exportam


Publicado em 03/02/2008 - 16:15


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Nós e as mulheres empreendedoras

Um minuto de atenção para o seguinte comentário feito neste blog pela internauta Luanna:

"Me sinto envergonhada em ver uma editora de revista que (...) só premiou HOMENS emprendedores. Não vi uma só mulher empreendedora, o que demonstra claramente o machismo nas relações corporativas (...). Parabéns por apoiar o machismo e mostrar como as mulheres não têm capacidade de ter um negócio próprio."

Por que não há mulheres na reportagem de capa de nossa última edição, sobre o Prêmio Endeavor & Exame PME de empreendedorismo? As razões são muito simples: 1) A escolha das histórias foi feita por uma comissão de jurados. Nenhum jornalista de Exame PME participa do júri, por uma questão de isenção. 2) Ser homem ou mulher não estava entre os critérios . 3) Algumas das empresas de destaque têm mulheres na sociedade. Foi decisão da redação fotografar apenas uma pessoa de cada empresa. Nos casos em que havia mais de um sócio, deixamos que os próprios empresários definissem quem, entre eles, deveria aparecer.  

Entendo que Luanna esteja intrigada --  se eu sou mulher, por que não aproveito para valorizar as mulheres? Não é assim que o bom jornalismo funciona. Ser responsável pela revista exige imparcialidade. E se não havia mulheres entre os premiados não é porque eu ou alguém apóie o machismo ou ache que elas não têm capacidade de ter o próprio negócio. Eu acredito que as mulheres podem ser tão boas empreendedoras quanto os homens. E acho que a pior forma de mostrar isso é premiar mulheres apenas porque elas são mulheres.

Em nossos dois anos de vida tivemos a oportunidade de mostrar várias mulheres vitoriosas como empreendedoras. É o caso da Zica, dona da Beleza Natural, tema de uma reportagem de EXAME PME quando a publicação ainda era um encarte da Exame. Em outra ocasião, mostramos como Edna Queiroz construiu a Naturiche, uma empresa promissora a partir de um sanduíche de metro. Na última edição fizemos uma reportagem sobre a enorme falta que a morte da empresária Maria Luisa Rodenbeck causou na Starbucks Brasil. Os exemplos não param aí. E nem vão parar.

Mas fica, sim, no ar uma questão: por que as mulheres empreendedoras parecem ter menos visibilidade do que os homens? 

Clique em "comente" para contar uma história sobre uma mulher empreendedora à frente de uma pequena ou média empresa em crescimento


Publicado em 30/01/2008 - 16:38


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Vamos nos conhecer mais?

Olá, pessoal. Após umas semanas de descanso (jornalista também precisa de férias), voltei. O post abaixo, contando novidades sobre a Arizona, foi um dos mais lidos até agora. Eu convidei os internautas da EXAME PME para um almoço com os donos da Arizona (agora acabou o prazo). O pessoal da Arizona está decidindo quais serão convocados. Quando a data e o local estiverem definidos, avisaremos.

Neste ano pretendo promover mais encontros desse tipo e gostaria de conhecer sugestões de vocês

Clique em "Comente" para dar idéias de coisas simples que podemos organizar para nos conhecer melhor


Publicado em 09/01/2008 - 12:21


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A editora de Exame PME, Maria Luisa Mendes, escreve sobre o que os pequenos e médios empresários não podem deixar de saber.

Maria Luisa Mendes, editora






 
 
 

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