
Tenho contato com muitos empreendedores, empresários e executivos. Invariavelmente o assunto em pauta é sucesso.
Mas como naturalmente achamos que sucesso é ter uma grande empresa, muito dinheiro na conta bancária, um carrão e uma casa na praia, literalmente na areia, achei que esse e-mail que recebi poderia deixar alguma reflexão nessa sexta-feira, véspera de fim de semana.
Afinal, a vida passa tão rápido que deixamos de notar que nossa noção de sucesso muda com a idade...
Aos 02 anos sucesso é conseguir andar.
Aos 04 anos sucesso é não fazer xixi nas calças.
Aos 12 anos sucesso é ter amigos.
Aos 18 anos sucesso é ter carteira de motorista.
Aos 20 anos sucesso é fazer sexo.
Aos 35 anos sucesso é dinheiro.
Aos 50 anos sucesso é dinheiro.
Aos 60 anos sucesso é fazer sexo.
Aos 70 anos sucesso é ter carteira de motorista.
Aos 75 anos sucesso é ter amigos.
Aos 80 anos sucesso é não fazer xixi nas calças.
Aos 90 anos sucesso é conseguir andar.
Assim é a vida...
Aproveitem enquanto há tempo!
Publicado em 01/08/2008 - 18:18
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Ontem eu estava lendo uma reportagem na Veja sobre os sete milhões de ligações mensais feitas por operadores de call centers para vender coisas e serviços que na maior parte das vezes não queremos ou precisamos. Fiquei surpreso ao ver que 1% a 2% disso vira alguma venda.
Chego ao escritório e recebo um e-mail de uma recém visitante maluca do meu blog (maluca por ter confessado que está lendo ele inteiro de trás para frente), a Ana Paula Longhi. Junto ela mandou uma história que é totalmente o oposto do primeiro parágrafo desse post. Adorei e pedi para publicar ela aqui... então aqui vai:
Um homem estava dirigindo há horas e, cansado da estrada, resolveu procurar um hotel ou uma pousada para descansar. Em poucos minutos, avistou um letreiro luminoso com o nome: Hotel Venetia. Quando chegou à recepção, o hall do hotel estava iluminado com luz suave. Atrás do balcão, uma moça de rosto alegre o saudou amavelmente:
- Bem-vindo ao Venetia!
Três minutos após essa saudação, o hóspede já se encontrava confortavelmente instalado no seu quarto e impressionado com os procedimentos: tudo muito rápido e prático. No quarto, uma discreta opulência; uma cama, impecavelmente limpa, uma lareira, um fósforo apropriado em posição perfeitamente alinhada sobre a lareira, para ser riscado. Era demais!
Aquele homem que queria um quarto apenas para passar a noite, começou a pensar que estava com sorte. Mudou de roupa para o jantar (a moça da recepção fizera o pedido no momento do registro). A refeição foi tão deliciosa, como tudo o que tinha experimentado, naquele local, até então. Assinou a conta e retornou para o quarto.
Fazia frio e ele estava ansioso pelo fogo da lareira. Qual não foi a sua surpresa! Alguém havia se antecipado a ele, pois havia um lindo fogo crepitante na lareira. A cama estava preparada, os travesseiros arrumados e uma bala de menta sobre cada um. Que noite agradável aquela!
Na manhã seguinte, o hóspede acordou com um estranho borbulhar, vindo do banheiro. Saiu da cama para investigar. Simplesmente uma cafeteira ligada por um timer automático, estava preparando o seu café e, junto um cartão que dizia: "Sua marca predileta de café. Bom apetite!" Era mesmo!
Como eles podiam saber desse detalhe? De repente, lembrou-se: no jantar perguntaram qual a sua marca preferida de café. Em seguida, ele ouve um leve toque na porta. Ao abrir, havia um jornal.
"Mas, como pode?! É o meu jornal! Como eles adivinharam?"
Mais uma vez, lembrou-se de quando se registrou: a recepcionista havia perguntado qual jornal ele preferia. O cliente deixou o hotel encantando. Feliz pela sorte de ter ficado num lugar tão acolhedor.
Mas, o que esse hotel fizera mesmo de especial? Apenas ofereceram um fósforo, uma bala de menta, uma xícara de café e um jornal.
Nunca se falou tanto na relação empresa-cliente como nos dias de hoje. Milhões são gastos em planos mirabolantes de marketing e, no entanto, o cliente está cada vez mais insatisfeito, mais desconfiado. Mudamos o layout das lojas, pintamos as prateleiras, trocamos as embalagens, mas esquecemos-nos das pessoas.
O valor das pequenas coisas conta, e muito. A valorização do relacionamento com o cliente. Fazer com que ele perceba que é um parceiro importante!!!
Lembrando que esta mensagem vale para nossas relações pessoais (namoro, amizade, família, casamento). Enfim pensar no outro como ser humano é sempre uma satisfação para quem doa e para quem recebe.
Seremos muito mais felizes, pois a verdadeira felicidade está nos gestos mais simples de nosso dia-a-dia que na maioria das vezes passam desapercebidos.
Ana, obrigado pelo texto incrível! Fez eu lembrar uma frase do Romeo Bussarelo: "Carinho antes é interesse, carinho depois é relacionamento".
Publicado em 31/07/2008 - 15:17
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Aqui vai uma dica para você ver seu negócio reconhecido pelo Prêmio ENDEAVOR & EXAME PME de Empreendedorismo. Inscreva-se pelo site www.endeavor.org.br/premio/, uma iniciativa conjunta da revista EXAME PME e do Instituto Empreender ENDEAVOR para identificar novos e talentosos empreendedores, que tenham potencial para se tornar motores da economia brasileira.
A idéia não é premiar uma empresa, mas sim o empreendedor à frente de um negócio em crescimento. O prêmio está aberto para empresários de todas as regiões do país e de qualquer setor da economia.
O objetivo dessa iniciativa é expor, para a sociedade, exemplos que comprovem a existência de espaço para a criação de empresas com grande potencial de crescimento.
Publicado em 28/07/2008 - 10:23
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O mundo dos negócios tem se transformado muito nos últimos dez anos, após o surgimento da Internet. Mas poucas empresas que viram seus negócios serem ameaçados de extinção, tiveram a coragem de mudar completamente seu modelo de negócios.
Das poucas que me lembro, a Charles Schwab foi uma delas. Uma das maiores corretoras de ações do mundo, que simplesmente mudou para web todas as suas transações da noite para o dia.
Estava pensando nisso enquanto via o post abaixo, sobre a rede Globo, quando recebi um e-mail do Guilherme, fundador da Top Movies. Achei que tem uma boa pegada para começar essa segunda-feira com bastante energia e humor.
Um mecânico está desmontando o cabeçote de uma moto quando vê na oficina um cirurgião cardiologista muito conhecido. Ele está olhando o mecânico trabalhar.
O mecânico para e pergunta:
- Hei, doutor, posso fazer uma pergunta pro senhor?
O cirurgião um tanto surpreso concorda e vai até a moto na qual o mecânico está trabalhando. O mecânico se levanta e começa:
- Doutor, olhe este motor. Eu abro seu coração, tiro válvulas, conserto-as, ponho-as de volta e fecho novamente e, quando eu termino, ele volta a trabalhar como se fosse novo. Por que é, então, que eu ganho tão pouco e o senhor ganha tanto se o nosso trabalho é praticamente o mesmo?
O cirurgião dá um sorriso, se inclina e fala baixinho ao mecânico:
- Tente fazer isso com o motor funcionando!
Publicado em 28/07/2008 - 09:58
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Acabei de receber uma newsletter da AdNews que mostra a queda de 35% na audiência da Globo nos últimos dois anos, enquanto a Record cresceu 55% no mesmo período. Acho que caiu como uma luva logo após ter colocado o post abaixo.
A fonte é o Ricardo Feltrin, do UOL.
Publicado em 24/07/2008 - 20:28
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Ele escreve regularmente sobre os desafios e as recompensas de quem decide abrir um negócio próprio. pedro@grupoquack.com.br ![]() |
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