Buscar

Olá, .

Sair

Para usar o Portal EXAME você precisa estar autenticado

Entrar
 
 


A história de uma das mulheres mais poderosas do mundo -- por ela mesma

Boa parte dos livros de negócios é escrito por observadores, sejam eles jornalistas ou consultores. Poucos levam a assinatura de quem protagonizou a história. Isso vale também (ou melhor, sobretudo) para o segmento dos livros de carreira, que muitas vezes tentam empurrar idéias sem lastro no mundo real. Vale portanto notar uma exceção: Basic Black - The Essential Guide for Getting Ahead at Work (and in Life), de Cathie Black, a presidente da Hearst Magazines, o poderoso grupo editorial que publica revistas como Cosmopolitan e The Oprah Magazine. Aos 63 anos, Cathie (que também participa dos conselhos de administração da Coca-Cola e da IBM) conta de maneira simples e aberta as conquistas e desventuras de sua carreira.

A versão original chegou às livrarias dos Estados Unidos no final do ano passado e se manteve entre os mais vendidos do país nos meses seguintes. A versão em português, da editora Globo, chega nesta semana às prateleiras no Brasil sob o título Rumo ao Topo. Num dos capítulos mais interessantes, ela fala sobre liderança -- um tema que sempre inspira um interminável blá-blá-blá discursivo dos gurus. Aliás, sobre eles, Cathie diz: "Nunca deixe que os gurus o convençam de que existe um único modelo de prescrições para o sucesso. Não existe. Se existe uma única qualidade compartilhada por todos os CEOs que eu conheço é que todos se sentem excepcionalmente à vontade com o que são, o que fazem, e como são."

Clique aqui para ler um capítulo

Publicado em 19/03/2008 - 12:53


comente comentários
 
Por que Indra Nooyi está sozinha

Ela nasceu e cresceu em Chennai (antiga Madras), na Índia, e hoje está no topo de uma das maiores e mais tradicionais empresas americanas. A trajetória incomum de Indra Nooyi, principal executiva e presidente do conselho de administração da Pepsico, com vendas de 39,5 bilhões de dólares em 2007, é uma mensagem poderosa do que significa para uma grande empresa levar às últimas conseqüências as velhas e surradas palavras de ordem "pense global" para a gestão de pessoas (sim, justamente aquelas que devem "pensar global"). Poderosa - mas ainda isolada. Entre as 10 executivas mais influentes do planeta da revista Fortune, Indra (aliás, a primeira colocada nos dois levantamentos mais recentes) é a única que não nasceu nos Estados Unidos ou no Canadá.

Sobram exemplos em qualquer empresa de que o mundo está cada vez mais plano para os negócios - até mesmo na mais prosaica tarefa de comprar parafusos ou na contratação de um serviço de telemarketing. A última fronteira - e mais difícil de ser derrubada de uma vez por todas - está no campo da gestão de talentos. Ok, você vai dizer, e o que são as hordas de indianos que tomaram conta de parte significativa da indústria de tecnologia americana? E os brasileiros que galgaram posições relevantes nas maiores empresas do mundo? É verdade. Existem avanços. Mas ainda assim são exceções. Por algum motivo parece haver um teto de vidro para que esses profissionais atinjam o topo da escada corporativa das grandes companhias globais. Talvez Indra esteja sozinha por pouco tempo. O que é certo até agora é que sua história revela o poder da diversidade no comando de uma gigante como a Pepsico e pode ser inspiradora para outras companhias, como mostra a mais recente matéria de capa da revista Fortune (leia o texto na íntegra).

PS. Começa aqui o mais novo blog do portal da revista EXAME, que se propõe a abrir uma discussão sobre as principais tendências de gestão e as idéias mais inovadoras dentro das grandes empresas.

Publicado em 07/03/2008 - 12:15


comente comentários
 
primeira  | anterior  | próxima  | última


A editora Cristiane Mano analisa as tendências transformadoras de gestão e o que dizem os grandes pensadores do mundo dos negócios.

cristiane.mano@abril.com.br







 
 
 
 

Copyright © 2008, Editora Abril S.A. -
Todos os direitos reservados. All rights reserved.