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Poucas indústrias passam por um momento tão difícil no mundo atualmente quanto a automotiva. A GM, a maior do mundo, acumula perdas bilionárias. A Ford, só no último trimestre registrou prejuízo de 5,8 bilhões de dólares. A tentativa de formar uma aliança entre a Renault-Nissan (que não está exatamente nadando em dinheiro) e a GM fracassou. Esta semana, o presidente mundial da Volkswagen, Bernd Pischetsrieder, pediu demissão depois de meses de conflito com o conselho de administração. No meio do caos, um fabricante cresce sem parar: a japonesa Toyota. No terceiro trimestre, seu lucro cresceu inacreditáveis 34%. Para muitos analistas, a Toyota deve se tornar a maior montadora do mundo ainda este ano.
O que a Toyota fez de revolucionário nos últimos anos? Nada. Há quatro décadas a montadora segue os mesmos princípios, faz seus carros do mesmo jeito. É aquela mesma ladainha da produção enxuta. O sucesso da Toyota não está em planejamentos inovadores e complexos. Está na execução - que segue rigorosamente o planejamento e é cumprida com precisão. Em outras palavras, a Toyota é como um aluno CDF que faz sua lição de casa direitinho e, no final do ano, tem as melhores notas. Só isso.
Pense nisso na próxima vez em que você estiver fazendo uma daquelas incríveis apresentações em "power point". Será que o que está na tela do computador será realmente transposto para a vida real?
Publicado em 09/11/2006 - 19:29
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Hoje, o Second Life tem quase 1,3 milhão de associados, sendo que mais de 500 000 só nos últimos dois meses. Até onde vai essa febre? É difícil prever, mas muitas empresas estão pagando para ver.
Quer ver como funciona esse mundo? Vá lá: http://www.secondlife.com
Publicado em 07/11/2006 - 19:51
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Imagine um executivo de uma empresa privada brasileira que numa pendenga com um sócio no exterior tomasse as seguintes decisões:
1. em vez de manter sua atuação independente no exterior, aceitasse se tornar um mero fornecedor do antigo sócio;
2. mesmo perdendo a sua autonomia, continuasse a investir na empresa lá fora (sabendo que, a qualquer momento, as regras do jogo poderia ser mudadas novamente e ele poderia acabar perdendo ainda mais dinheiro);
3. acatasse o pedido do sócio de que qualquer disputa entre as empresas seria arbitrada não num país neutro, mas naquele onde a empresa brasileira estava investindo (ou seja, uma arbitragem que poderia ser absolutamente tendenciosa).
Surreal, não é? Na iniciativa privada, essas decisões seriam totalmente descabidas (e um executivo que porventura tomasse qualquer uma dessas medidas correria o sério risco de ser demitido). No entanto é praticamente isso que a Petrobras topou fazer na Bolívia. É claro que ali se trata de uma decisão muito mais política que de negócios. Mas não deixa de ser enervante que a maior empresa brasileira tenha se curvado ao governo boliviano e, assim, colocado em risco investimentos de milhões de dólares.
Publicado em 01/11/2006 - 10:53
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Publicado em 31/10/2006 - 20:23
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Publicado em 31/10/2006 - 16:56
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Cristiane Correa, editora executiva de EXAME, escreve sobre o que acontece no mundo das empresas. ccorrea@abril.com.br ![]() |
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