
A sexta-feira 13 foi realmente um pesadelo para o presidente da Telefônica no Brasil, Antônio Carlos Valente. Não bastasse ter perdido a disputa pela GVT para os franceses da Vivendi, o executivo só ficou sabendo da compra pela internet -- o que causou um profundo mal-estar entre ele e a matriz.
Conversei com um alto executivo da operadora agora há pouco. Ainda atordoado com a informação, ele afirmou que "os acionistas da GVT nem se deram ao trabalho de telefonar avisando."
A notícia, como era de imaginar, caiu como uma bomba dentro da Telefônica (os espanhóis davam como certa a aquisição da GVT). Valente deve passar o final de semana estudando uma saída honrosa para a empresa, acuada pelo avanço da Net e das operadoras de celular.
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