4p

A A A

Refrigerante em excesso causa câncer, diz pesquisa

por Carolina Meyer
Retweet Distribua

OAlém de corroer os esmalte dos dentes e engordar, o consumo de refrigerante pode causar câncer. Pelo menos foi oque descobriu um recente estudo realizado pela Universidade de Minnesota ao longo dos últimos 14 anos em Singapura. 

Segundo a pesquisa, os viciados em Coca-Cola (ou Pepsi) que costumam tomar refrigerante de duas a três vezes por semana tem 87% mais chances de desenvolver câncer de pâncreas que aqueles que optam por sucos (mesmo que a quantidade de açúcar, em ambos os casos, seja idêntica.

A indústria de alimentos está realmente na mira.

A A A

Será que a TIM topa falar?

por Carolina Meyer
Retweet Distribua

Para esclarecer de uma vez por todas qual é a da TIM afinal (gente, minha caixa de emails está lo-ta-da com essa história), pedi à operadora uma conversa com Roger Solé, diretor de marketing para a divisão de consumo da companhia.

Por que ele? Bem, primeiro pela óbvia razão de que essas promoções, se não saíram da cabeça dele, foram aprovadas por ele. No mínimo.  

E depois porque, para quem não sabe, Solé é um dos executivos que mais entendem de telecom no Brasil (embora ele seja catalão). Só para vocês terem uma ideia, quando ele era diretor de VAS da Vivo, em 2006, Solé foi um dos escalados para participar da Operação Impulso – uma espécie de intervenção branca dos sócios portugueses e espanhóis para tirar a operadora do buraco. E, a julgar pelos recentes resultados da operadora, pode-se dizer que o trabalho foi bem-sucedido.

Aliás, pelo que me disseram (e não foi ele), boa parte dos planos que a Vivo oferece hoje remonta a essa equipe. Portanto, currículo é  que não falta.

Conheci pessoalmente o Solé na última Futurecom, em outubro (quem nos apresentou foi o presidente da TIM, Luca Luciani). Fiquei bem impressionada. Apesar de se tratar de um profissional de marketing, ele não se prende àquele monte de jargões (‘tangibilizar isso”, “ativar aquilo”) que muitas vezes caracteriza alguns (péssimos) profisisonais da área.

Por isso, tenho certeza de que a conversa com ele tem tudo para ser boa — até porque assunto não falta e ele costuma ser bem direto. Assim como eu.

Se o papo rolar (aí depende exclusivamente da boa-vontade da TIM), eu conto “proceis”.

A A A

Enfim, a estratégia da TIM (será?)

por Carolina Meyer
Retweet Distribua

Terça-feira, escrevi aqui que a estratégia de marketing da TIM não era nem um pouco coerente. Meu argumento, para quem não leu o post, baseava-se na recente mudança na mensagem transmitida pela empresa em um de seus comerciais, em que a operadora incentiva seus clientes a receberem ligações de outras empresas.

Para minha surpresa, esse foi um dos posts mais lidos desse blog ever. Mais do que isso. Teve gente me ligando, me escrevendo, enfim, querendo realmente entender o que estava se passando com a operadora (como se eu fosse autoridade no assunto).

Por isso, me sinto na obrigação de dar uma satisfação a vocês. Passei a última semana conversando com pessoas próximas à TIM para tentar entender que raios de estratégia é essa. Então, vamos a ela.

Pelo que me disseram, a ideia da TIM com a campanha “Liga pra mim” é fazer com que os clientes que usam chips de várias operadoras passem a usar somente o chip da TIM para receber suas ligações. É, portanto, uma promoção destinada àqueles profissionais autônomos que vivem recebendo ligações, tanto de fixo quanto de móvel.

Se isso for mesmo verdade, a TIM tem, de fato, um ponto. O Infinity criou uma base mosntruosa de clientes pré-pagos, mas essa galera simplesmente não gera receita. Ou pelo menos não um caminhão dela. (taí um dos maiores desafios de se lidar com essa base de clientes). São pessoas que geralmente adquirem três ou quatro chips para aproveitar todas as promoções.

Esse tipo de atitude tem se mostrado um veneno para as operadoras. Em vez de funcionar apenas como um gatilho, para que o cliente use mais o celular, ele acaba na realidade utilizando somente as tarifas subsidiadas. Isso é bem comum nas regiões Norte e Nordeste, justamente onde a TIM mais tem crescido. 

(Aliás, a TIM realmente não se acerta com pré-pago mesmo. Se os clientes não são inadimplentes, como aconteceu em 2008, eles simplesmente desencanam de fazer ligações e param de gerar receita. Mas isso é papo para um outro post)

Continuo achando que as mensagens da empresa são contraditórias, embora a estratégia de negócios seja coerente (sim, eles estão descaradamente em busca de receita com interconexão. Who can blame’em?).

Se alguém tiver algum outro palpite ou informação sobre o que está acontecendo, aceito sugestões.

A A A

Disney oferece um dia de diversão em troca de trabalho voluntário

por Carolina Meyer
Retweet Distribua

Em mais uma de suas campanhas politicamente corretas, a Disney decidiu oferecer um dia de graça em seus parques aos americanos que dedicarem um dia de sua rotina de trabalho a algum trabalho voluntário.
A ideia é fazer com que pelo menos 1 milhão de pessoas se engaje em algum tipo de serviço comunitário.
O filme ficou super fofo (e, vamos combinar, a causa é nobre)

A A A

Depois da polêmica com os gays no ano passado, Mars decide pegar leve no Superbowl

por Carolina Meyer
Retweet Distribua

No último post, citei o comercial do Snickers, da Mars, como o mais engraçado do Superbowl desse ano, segundo o 5 Blogs Before Lunch.

O anúncio mostra uns marmanjos agredindo os pais, uma casal de velhinhos, durante um jogo de futebol americano, na linha do “você não é você mesmo quando está com fome”.

A propaganda é infinitamente menos polêmica que a que foi ao ar no ano passado. No filme antigo, dois homens acabam se beijando por causa de um restinho de Snickers, na mesma linha “você não é você mesmo…”

O comercial gerou uma enxurrada de críticas por parte de entidades de defesa dos homossexuais, que acharam o roteiro preconceituoso.

Abaixo, os dois anúncios: o desse ano, bem mais comportado, e o polêmico de 2009:

A A A

O melhor e o pior do Superbowl

por Carolina Meyer
Retweet Distribua

O SuperBowl é uma das datas mais aguardadas do calendário americano — e do meu, pessoalmente. Não que eu entenda qualquer coisa de futebol, qualquer que seja o país de origem. Mas eu a-do-ro assistir aos caríssimos comerciais preparados especialmente para a data (e, confesso, me divirto horrores mesmo quando o anúncio é ruim).

O 5 blogs before lunch preparou uma seqüência com os destaques do evento que movimentou o último domingo nos Estados Unidos. Vale a pena dar uma olhada.

(aos poucos, vou colocar os principais anúncios aqui no 4Ps)

1) Melhor surpresa: Late Show com David Letterman, que contou com a aparição impagável de Oprah e Jay Leno

 

2) Mais engraçado: do chocolate Snickers, na linha do “você não é você mesmo quando está com fome”. (aliás, vejam o meu post na seqüência sobre esse comercial)

3) Melhor épico: a série da Budweiser com seus fãs fazendo coisas incríveis para defender a marca

4) Pior decepção: a do grupo cristão Focus on the Family, famoso por seus discursos extremistas contra o aborto e a homossexualidade. O grupo entregou um anúncio água com açúcar por causa da censura

5) Desperdício de dinheiro: a Monster gastou 3 milhões de dólares para promover um novo serviço de busca. O problema é que todo mundo guardou a imagem do castor, mas da marca que é bom…

A A A

O estrago que a Claro pode causar em 2010

por Carolina Meyer
Retweet Distribua

Na última semana, a Claro anunciou com certo estardalhaço seu mais recente aplicativo: o Claro rádio. A ideia do serviço não difere muito dos tradicionais serviços de música online — embora, devo admitir, este esteja bem-feitinho. 

O que tem me chamado a atenção, no entanto, é uma movimentação bem mais silenciosa por parte da operadora. Não sei se vocês perceberam mas, na mesma semana, a Claro lançou um novo aparelho, o Blackberry Bold 9700 – com planos de dados a partir de 19,90 reais por mês.  

Com aquela incômoda sensação de déjà vu, fui fuçar o site da empresa — e, evidentemente, de suas concorrentes. Bingo! 

A Claro parece finalmente estar reagindo (e com toda a sua musculatura) às ofertas da TIM, que já oferecia pacotes de dados por esse valor (com outras configurações, logicamente). Mas a operadora mexicana decidiu ir mais além: oferecer até 50% de desconto na assinatura nos três primeiros meses para quem contratar um plano mais bacanudo, que sairia por módicos 37,50 reais.

Com a receita por usuário em queda, a Claro está fazendo o que todo especialista em telecom passou a vida apregoando: investir em serviço de valor agregado. Para quem, como eu, acompanhou a evolução do mercado de celulares no Brasil, parece que estamos vivendo uma espécie de  ”Claro flexes its muscles 2.0“, como citou um colega recentemente.

Basta lembrar o que aconteceu há cerca de três ou quatro anos para imaginar o estrago que a Claro pode causar. À concorrência, obviamente.   

Quando o mercado de celulares ainda estava em seus primórdios (momento Jurassic Park total. A idade vai pesando…), a Claro teve um papel decisivo no que o analista de um grande banco de investimentos chamou de “mobralização do celular”. Os mexicanos descarregaram um caminhão de dinheiro para vender aparelhos a 99 reais, em dez prestações sem juros.

Resultado: a operadora ganhou envergadura, arrancou na frente da TIM e hoje se transformou na maior dor de cabeça da Vivo (é bem verdade que o escorregão da TIM, nesse ínterim, ajudou bastante).

E, agora que nosso mercado parece ter evoluído e está próximo à saturação, ainda é possível adquirir aparelhos sofisticados em 10 vezes, na Claro e nas outras operadoras – mas a disputa, dessa vez, se dá nos serviços de valor agregado. Como o tal Claro rádio, que nada mais é que um jeito bacana de vender pacote de dados.

“Mobralizar” o uso de dados embute um risco, como era de imaginar. Se a Anatel, de fato, aprovar o fim dos contratos de fidelidade, a Claro pode simplesmente passar a subsidiar o crescimento da receita com serviços de outras operadoras — repetindo, em linhas gerais, o que aconteceu quando a Oi lançou sua campanha de desbloqueio de aparelhos (a Claro foi uma das operadoras mais prejudicadas, uma vez que vendia aparelhos baratos, subsidiados, para depois assistir a seus clientes migrarem de operadora).

Mesmo assim, podemos esperar um ano bastante agitado. A reorganização societária da América Móvil colocou a Net e a Embratel (ou a parte que a Telmex tem nelas) meio que debaixo do guarda-chuva da Claro (as operações no Brasil seguem de forma separada. Mas tenho certeza de que é por pouco tempo. Opinião pessoal? Acho que João Cox vai acabar assumindo tudo) .

O primeiro sinal desses novos tempos já aconteceu hoje. A operadora anunciou um novo pacote de minutos para ligações longa distância com o 21, da Embratel. Não demora nada, apostam especialistas, começarão a pipocar combos casados com a Net.

Mal posso esperar.

A A A

Híbridos da Ford podem apresentar o mesmo problema do Prius

por Carolina Meyer
Retweet Distribua

O problema envolvendo o acelerador (ou melhor, o freio) do Prius hibrido pode não ser uma exclusividade da Toyota.  Segundo a Consumer Reports, o modelos híbridos do Fusion e do Mercury Milan, ambos da Ford, apresentam falhas semelhantes.

Por meio de um press release, a montadora americana descartou qualquer possibilidade de os carros apresentarem problemas graves no sistema de freio. No entanto, ela pretende colocar em vigor um ”programa de satisfação do cliente” para fazer um upgrade no software que gerencia as peças.

Abaixo, o vídeo com o teste do Consumer Reports:

A A A

Pepsi vira “Pesi” em novo comercial na Espanha

por Carolina Meyer
Retweet Distribua

O novo comercial da Pepsi na Espanha marca uma revolução para a marca. A empresa finalmente decidiu abolir o segundo P do nome, rendendo-se de uma vez por todas ao modo como os hispânicos pronunciam “Pepsi”: Pessi, no nosso português.

Eles já tinham feito uma adaptação na Argentina, trocando o P por um C (Pecsi). Mas essa havia sido uma solução meio paliativa.

Vamos ver se dá certo. Abaixo, o comercial estrelado pelo craque de futebol Fernando Torres.

A A A

Coca-Cola lança campeonato virtual para bombar os Jogos de Inverno

por Carolina Meyer
Retweet Distribua

Para tentar bombar ao máximo os Jogos de Inverno do Canadá que começam nesse final de semana, a Coca-Cola apostou numa brincadeira de infância (para o pessoal do Hemisfério Norte, claro): atirar bolas de neve.

A empresa lançou um jogo na internet em que é possível treinar sozinho ou iniciar um campeonato online. Há vídeos com “profissionais” do esporte para quem quiser aprimorar a técnica e até uma espécie de abaixo-assinado para tornar a prática um esporte olímpico.

Ficou bem-feitinho. Vale a pena dar uma espiada: http://snowballthrowing.com/