A bolsa brasileira segue os principais mercados internacionais e vive uma quinta-feira de desvalorizações. O Ibovespa está em queda de 1,5%, enquanto Estados Unidos, Inglaterra, Espanha e Alemanha apresentam baixas superiores a 2%. A principal origem do pessimismo foi o aumento maior do que o esperado nos números de desemprego nos Estados Unidos. Em junho, o mercado de trabalho americano perdeu 467 000 vagas, elevando a taxa de desemprego para 9,5% -- a maior desde 1983.
Veja as maiores desvalorizações do Ibovespa até o momento:
1) Sabesp: -3,8%
2) BM&F Bovespa: -3,5%
3) TAM: -3%
4) Lojas Americanas: -2,9%
5) Usiminas: -2,7%
Líder brasileira em telefonia celular, a Vivo teve um ótimo desempenho no primeiro trimestre -- foi a operadora mais rentável do país, com uma margem de lucro da ordem de 30% (leia aqui matéria publicada em EXAME pela jornalista Carolina Meyer). E para melhorar, continuava ganhando clientes. Em abril, porém, a concorrência deu um certo "calor" na Vivo. Dados da Anatel, a agência que regula o setor, compilados pela consultoria Teleco, mostram que, naquele mês, a base da operadora encolheu em cerca de 38 000 clientes no estado de São Paulo -- a região mais disputada pelas empresas do setor. Para tentar reverter a situação, a operadora teria formado uma equipe multidiscplinar cuja tarefa era recuperar mercado (oficialmente, a operadora nega que essa equipe tenha sido formada). O esforço deu resultado. Em maio, o saldo voltou a ser positivo -- 82 000 clientes.
O acirramento da concorrência pode ser percebido também pelos dados de participação de mercado da empresa. No estado de São Paulo, o share da operadora caiu de 37,37% em janeiro deste ano para 36,34% em maio. Nesse mesmo período, quem mais ganhou espaço foi a Oi, que aumentou a participação de 5,71% para 8,35%.
Vamos ver o que os resultados de junho, que devem ser divulgados daqui alguns dias, vai mostrar sobre a evolução dessa disputa...
As redes sociais continuam em alta, apesar do avanço do Twitter -- que para muitos representa uma concorrência que se avizinha. Segundo um estudo divulgado hoje pela consultoria comScore, em maio, 734,2 milhões de pessoas visitaram as redes sociais no mundo.
Isso significa que 66% da população mundial com 15 anos ou mais acessou esse tipo de site a partir de casa ou do trabalho naquele mês. Em média, foram 3,7 horas passadas nas redes sociais.
Surpreendentemente, o país líder em audiência foi a Rússia, entre os 40 países avaliados pela comScore. Os russos passaram em média 6,6 horas navegando nas redes sociais - principalmente no Vkontakte.ru, maior site do gênero do país. O Vkontakte tem 14,3 milhões de visitantes únicos e, junto com os igualmente esquisitos Odnoklassniki.ru e Fotostrana.ru, deixou o Facebook bem para trás, com 616 000 usuários.
Mike Read, vice-presidente da comScore na Europa, atribui a liderança da Rússia a fatores geográficos. "Em um país grande como a Rússia, as redes sociais representam uma forma de conectar pessoas de um lado a outro país".
O Brasil foi o vice nessa lista de tempo gasto nas redes sociais. Foram em média 6,3 horas, à frente de Canadá (5,6), Porto Rico (5,3) e Espanha (5,3). Os Estados Unidos aparecem em nono lugar, com 4,2 horas.
Rodriguez desenvolveu uma série de produtos para fazer da lavagem a seco de carros uma realidade - de polidores de vidro a removedores de manchas em carpetes. Ao todo, são 40 itens que, além de utilizados pelas franquias, são vendidos a profissionais do setor, como donos de concessionárias e de oficinas mecânicas. Os produtos são responsáveis por mais de metade do faturamento. Agora, Rodriguez quer vendê-los também no varejo, ao consumidor final. "O varejo poderá trazer um crescimento de 10% em receitas ainda neste ano", diz ele, que já desenvolveu o primeiro produto a ser lançado no mercado - um lenço umedecido para limpar carros.
Ao longo dos 15 anos de vida da Dry Wash, a lavagem a seco permitiu a Rodriguez diferenciar sua rede da concorrência e fugir de custos típicos desse mercado - as máquinas de bombear água dos lava-rápidos comuns requerem espaços amplos, caros e difíceis de encontrar em boa parte das capitais. O sistema revelou-se também apropriado ao momento de preocupação com os recursos naturais - a água deverá se tornar uma matéria-prima nobre demais para ser desperdiçada. Rodriguez acredita que, agora que a marca Dry Wash se tornou mais conhecida, seja possível avançar nas prateleiras dos supermercados. "O negócio está suficientemente maduro para dar mais esse passo", diz.
Antes de pôr seu plano em prática, porém, Rodriguez tem de resolver um impasse que, volta e meia, aparece no caminho de muitos empreendedores que precisam se relacionar com o varejo - é melhor distribuir os produtos com uma equipe própria ou recorrer a representantes especializados?
Uma vantagem dos representantes é compensar a falta de experiência de Rodriguez com o varejo - antes de fundar a Dry Wash, em 1994, ele era sócio de uma fundição de estanho. Além disso, trazer essa tarefa para dentro de casa significa investir em logística e equipes próprias, que podem se tornar grandes demais para dar conta de um setor tão pulverizado como o comércio. Por outro lado, Rodriguez acha que pode ser estratégico ter total controle do processo neste momento de estreia. "Posso ver de perto se os vendedores estão fazendo realmente de tudo para obter bons espaços nas prateleiras", diz ele. Seu receio é aquele que também aflige outros empreendedores que usam os mesmos representantes de grandes empresas - será que eles não preferem dirigir seus esforços para marcas já conhecidas e mais fáceis de vender? Para ajudar Rodriguez a decidir o que é melhor agora, EXAME PME ouviu os consultores Roberto de Lacerda, da Terco Grant Thornton, e Alexandre Nunes, da DealMaker, especializados em pequenas e médias empresas, além de Milton Souza, diretor da marca italiana de produtos esportivos Fila no Brasil, que já lidou com esse tipo de dilema. Leia, a seguir, o que cada um recomenda.
O DILEMA
1. Assumir a distribuição
Vantagem: Ter certeza de que os vendedores estão de fato lutando por um bom lugar na prateleira
Desvantagem: A falta de conhecimento sobre o varejo aumenta o risco de priorizar pontos pouco importantes
2. Contratar distribuidores
Vantagem: Alcançar grande abrangência logo no início das operações mesmo com um produto desconhecido
Desvantagem: Dividir uma parte dos ganhos com os representantes e ainda correr o risco de que eles priorizem a venda de produtos dos concorrentes
E AGORA?? O QUE FAZER?
Durante as últimas semanas eu usei um Mobo 3G 2060.
A intenção foi simples. Nas primeiras vezes que testei netbooks senti-os como úteis mais pela praticidade da mobilidade do que pela usabilidade.
O Mobo 3G traz a produtividade á tona. Com processador Atom, 1Gb de Ram(expansível), HD de 160GB, teclado muito mais confortável que os primeiros netbooks e de quebra conectividade plena-Vivo Zap 3G embutido, além de wi fi e rede ethernet.
O grande diferencial sem dúvida é a conexão 3G embarcada no equipamento.
Mas isso depende de um plano de dados coma operadora correto? Em parte.
O Mobo 3G vem com um plano ilimitado grátis nos 3 primeiros meses e um desconto especial na continuidade do recurso.
As minúsculas telas de 7" deram lugar a uma tela de 10,2" (1024 x 600 wide) desde o modelo 1050 mas sem perder a característica que fez o sucesso deste tipo de notebook - as dimensões reduzidas.
Mas vamos ao teste.
Mobo vai à praia
Como sabem ou não sei se sabem, eu moro em Santos. Meus fins de semana são preguiçosos e felizes ao lado da família, só que sou um cara high tech. Se fico o tempo todo longe do computador começo sentir surtos de abstinência.rsrs
Armei-me de filhos e seus brinquedos de praia e fui testar o 3G com os pés na areia. Uau! Conexões em média com 1,2 mbps, a melhor banda larga móvel que já experimentei. Ali escrevi o primeiro parágrafo desse post sem derramar suco de maracujá no teclado.
Infelizmente não foi regra, tivemos tentativas frustradas em Santo André e Bauru. Lentas sim, desconectadas nunca, o que já é um grande passo.
No trabalho, na sala de estar
Claro, usei-o em reuniões mas usei também na sala de estar.
Meus filmes no PC do escritório ganharam vida no LCD da sala.
Ainda não dá para exigir uma porta HDMI em um netbook, mas gostei da experiência de forjar meu servidor multimídia usando a porta VGA. Assim os "Os Muppets conquistaram Nova York, minha sala e minhas crianças".
No hobby
As segundas autorais do Clube Caiubi ganharam um plano de contingência. Como ninguém sabe o que são segundas autorais do Caiubi, eu explico. Trata-se de um encontro de compositores que ocorre todas as segundas-feiras em São Paulo no Villaggio Café em Pinheiros. Eu frequento, como temos membros em todo o país e até no exterior, costumamos transmitir via streaming. Neste dia nossa conexão resolveu não colaborar.
Mas eu tinha o Mobo 3G e transmitimos da câmera/microfoneintegrados direto para o mundo via rede celular 3G. Genial né?
O veredictum da brincadeira toda é que trata-se de um equipamento bem completo. Já deixou de ser aquele tipo de mico que você compra pra ter de dispositivo backup e passa a ser equipo de porte, pau pra toda obra.
A autonomia é muito boa, cerca de 4 horas. Não é qualquer notebook que consegue façanhas assim.
Quer ver a evolução dos Mobos?
http://portalexame.abril.com.br/blogs/gadget/20080529_listar_dia.shtml
http://portalexame.abril.com.br/blogs/gadget/20090119_listar_dia.shtml
O primeiro semestre de 2009 passou. Foi um dos períodos mais tensos e surpreendentes para os investidores. Tenso porque os vaivéns do mercado dependeram principalmente das notícias dos pacotes de ajuda governamental aos bancos, às seguradoras e às montadoras de automóveis, e essas notícias, nas mais das vezes desencontradas, provocaram forte turbulência nos preços. Surpreendente porque, apesar de todos os solavancos, a Bolsa de Valores de São Paulo encerrou o primeiro semestre com alta de 37,06%, um dos melhores desempenhos do mundo.
A explicação para essa alta das ações é a mais simples possível. Por enquanto, o Brasil está sendo premiado por seu bom comportamento. Ao contrário dos vizinhos ao sul e ao norte, cujos governos são irresponsáveis em termos fiscais e jurídicos e tratam os investidores internacionais a golpes de demagogia política barata, o Brasil vem se destacando por sua seriedade. Quer dizer, até agora.
Esse é um dos dois pontos em que o investidor tem de olhar no panorama do segundo semestre. Na prática, o fato de junho ter dado lugar a julho não tem nenhuma importância (um amigo de mercado diz que o homem vive no dia, na semana, no mês e no ano; trimestre e semestre é invenção de contador e de jornalista financeiro). Em teoria, porém, o fato de o terceiro trimestre do ano ter começado tem um razoável impacto psicológico sobre o mercado.
Uma coisa é o resultado financeiro da bolsa. Outro, bem diferente, são os balancetes do segundo trimestre das empresas, que começarão a ser divulgados nas próximas semanas. Com algumas raras e honrosas exceções - bancos, empresas de consumo e aquelas que receberam generosas injeções de ajuste estatal - os resultados deverão ser magros. Algo que vai se refletir nos preços das ações.
O segundo ponto a que o investidor deve estar atento é um velho e recorrente problema. O equilíbrio das contas públicas no Brasil justifica o nome: é tarefa para equilibristas muito capacitados, devido ao descontrole dos gastos e ao limite suportável da arrecadação da sociedade.
Nos últimos anos, o governo tem tirado nota oito na arrecadação e nota dois no controle dos gastos, o que garantia uma aprovação apertada, com média cinco. Agora, a nota para o controle dos gastos caiu a zero.
Os sempre renovados pacotes de alívio fiscal às montadoras, aos fabricantes de eletrodomésticos e, mais recentemente, à cadeia panificadora vêm reduzindo drasticamente o superávit primário. Nesse passo, até caberia aqui pleitear uma desoneração na cadeia produtora de manteiga, mas isso elevaria o colesterol da nação.
Por esses dois fatores - governo com certeza gastando mais e empresas provavelmente lucrando menos - é preciso desconfiar do comportamento da bolsa no segundo semestre. Há boas empresas no pregão, como a abertura de capital da Visanet acabou de demonstrar, mas será pouco provável uma repetição da festa do primeiro semestre.
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Em momentos de crise, como a que vivemos agora, há uma grande movimentação em direção a mudanças na estrutura da empresa.
Hoje estava almoçando com o Edmour Saiani, dono da Ponto de Referência, mais o Marcelo Helfer, da Bematech e o Eduardo Machado, da Unyca, e durante o papo surgiu esse desenho do Edmour, que achei bem interessante.
Na pirâmide da esquerda está a quantidade de esforço necessário para a mudança, sendo que o topo da pirâmide indica um pequeno esforço e a parte de baixo um grande esforço. Na pirâmide da direita está o resultado obtido com cada tipo de esforço, sendo maior no topo e menor na parte de baixo.
Seguindo seu raciocício, ele falou que descobriu essa relação quando passou pela experiência de reestruturar uma área de uma grande empresa. Nesse processo, descobriu que cortar atividades que não geravam valor agregado à operação foi a melhor e mais rápida maneira de conseguir grandes resultados com o mínimo de investimento.
Na parte de baixo da pirâmide fica o investimento em processos, padronizações e sistematizações, que exige um grande investimento em horas de profissionais e normalmente dá um retorno tangível pequeno no resultado.
Achei interessante pois muitas vezes, na crise, não sabemos muito pra onde ir e esse simples desenho pode abrir nossas cabeças. Me fez lembrar também um pouco a Matriz de Valor apresentada no livro Estratégia do Oceano Azul, onde ele indica o exercício de análise do negócio sobre a ótica do que precisa ser eliminado, acrescentado, diminuído e aumentado.
Interessante, não é?
O site britânico Campaign fez uma compilação de comerciais protagonizado pelo astro pop Michael Jackson no auge de sua carreira . Abaixo, cinco deles que valem no mínimo como registro do estilo over da propaganda nos anos 80 e do início dos 90. Dois são da Pepsi, marca que praticamente colou na figura do cantor. Outros dois foram feitos para serem exibidos no Japão, para a Sony e para a Suzuki, que despontaram como potências globais naquela década. O último é da marca de tênis LA Gear