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Eike negocia 30% da LLX por US$ 1 bi

 | 15.05.2008 | 09h41

 

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Por AE

Agência Estado 

A exemplo de outras empresas do grupo EBX, de Eike Batista, a LLX, subsidiária de logística, terá 30% de seus projetos, avaliados em US$ 3,5 bilhões (cerca de R$ 5,8 bilhões), vendidos a um sócio estratégico, informou à reportagem o presidente da empresa, Ricardo Antunes. A previsão é de que a venda seja efetivada até o final de 2009. A LLX administra três projetos de construção de portos, dois no Rio (Sudeste e Açu) e um em São Paulo (Peruíbe).A empresa é vinculada à MMX - braço de mineração do grupo - e teve, em julho do ano passado, 15% de suas ações preferenciais compradas por um fundo de pensão canadense por US$ 185 milhões. Até julho, a LLX espera concluir o processo de listagem na Bovespa, que teve de ser redesenhado depois que a mineradora Anglo American comprou parte da MMX. Ricardo Antunes - que comandava o escritório da Vale na Bélgica - iniciou sua participação no grupo de Eike como diretor da MMX. “Percebemos logo que não dava para tocar projetos em mineração sem uma empresa de logística. Investir em logística reflete diretamente no aumento do PIB do País”, ressalta o executivo. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo

 
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