Buscar

Olá, .

Sair

Para usar o Portal EXAME você precisa estar autenticado

Entrar
 
 

Avalie a reportagem:

 

  •    
  •    
  •    
  •    
  •    
Fraca
Boa
Excelente

Média dos usuários

Fraca
Boa
Excelente

Integração entre OceanAir e Avianca deve aumentar

 | 29.04.2008 | 15h42

 

Publicidade

Por Alaor Barbosa

Agência Estado 

O grupo Synergy, do empresário German Efromovitch, vai aumentar a integração entre as duas empresas de aviação do grupo, a OceanAir, no Brasil, e a Avianca, na Colômbia. A informação é do diretor financeiro do grupo, Raul Campos, ex-gerente de relações com investidores da Petrobras. "A idéia é reforçar a Avianca, que está indo muito bem. Aqui no Brasil, a concorrência é muito forte, já que a OceanAir tem apenas 4% do mercado", disse Campos. Na Colômbia, ao contrário, a Avianca é líder, com participação superior a 50%. Campos disse que o objetivo é aumentar os vôos para outros países da América do Sul, com vôos intra-regionais a partir da Avianca.O diretor do Synergy considera que a concorrência no Brasil "está muito acirrada", já que duas empresas (TAM e Gol) controlam 92% do mercado nacional. Ele citou, como exemplo, a "concorrência muito forte" na ponte aérea Rio-São Paulo, a mais rentável da malha aérea brasileira. A OceanAir conseguiu um espaço para vôos entre as duas cidades, mas a concorrência não tem sido fácil. "Se você analisar bem, vai observar que justamente nos horários de vôos da OceanAir, que são poucos, as tarifas das concorrentes são as mais baixas. Será por quê?", perguntou.O executivo garantiu que o grupo não cogita se desfazer ou reduzir as atividades da OceanAir no Brasil, apesar de considerar que o desempenho não tem sido satisfatório. "Já foram muitos investimentos no setor", justificou. O movimento é fazer uma adequação da malha aérea, visando torná-la mais rentável. Nesse sentido, além de preservar os vôos entre Rio e São Paulo, a OceanAir deve buscar outras rotas, interligando outras capitais brasileiras. "É uma equação muito complexa, onde você tem de conciliar diversas variáveis", acentuou Campos, observando que os aviões "são muito caros", o combustível está elevado e os preços das passagens não estão aumentando.

 
Nicolas Sarkozy: medidas concretas
 

CÂMBIO

Votorantim torna-se a maior vítima dos derivativos

FINANÇAS

As lições do maior investidor da história

ECONOMIA

O Brasil na contramão dos BCs mundiais

Links Patrocinados

 
 
 

Copyright © 2008, Editora Abril S.A. -
Todos os direitos reservados. All rights reserved.