As bolsas americanas avançam nesta tarde, apesar dos temores provocados pelos novos preços do petróleo e dos prejuízos trimestrais do banco suíço UBS e da financiadora de hipotecas americana Fannie Mae.
Apesar do prejuízo de US$ 2,19 bilhões no primeiro trimestre, investidores preferiram dar atenção a uma teleconferência na qual a Fannie Mae tentou tranqüilizar o mercado - o entendimento é de que a companhia está gerenciando bem suas dificuldades. A menos de uma hora do fim do pregão, as ações da financiadora de hipotecas subiam 5,66%. A empresa também disse que vai levantar US$ 6 bilhões em capital.
Como de praxe, a alta do petróleo beneficia alguns setores e prejudica outros. As ações de companhias aéreas, cujos custos são extremamente ligados às variações do petróleo, caíam: Delta Air Lines cedia 4,06% e American Airlines recuava 2,22%. As ações das companhias aéreas também são pressionadas porque, em abril, transportaram menos passageiros. Já os papéis de petrolíferas avançam: Chevron subia 1,20% e ConocoPhillips avançava 2,04%. O petróleo fechou em nível recorde em Nova York, a US$ 121,84 por barril.
Especulações de que um acordo entre a Microsoft e o Yahoo! ainda pode vingar dão impulso aos papéis de tecnologia. Além disso, também acredita-se que um terceiro pode surgir e fazer oferta ao Yahoo!, cujas ações operavam com valorização 4,92%. Microsoft subia 2,41% e Google recuava 1,08%.
Por volta das 16h35, o índice Dow Jones subia 0,44%, o Nasdaq tinha ganho de 0,84% e o S&P 500 avançava 0,83%. As informações são da Dow Jones.