Os mercados na Argentina enfrentam um dos piores dias desde a crise de 2001. A dívida pública da Argentina mantém o ritmo de queda apresentado nos últimos quatro dias, acompanhando o temor global provocado pelo segmento de subprime (de risco) de hipoteca nos Estados Unidos. Os títulos chegam a apresentar quedas de até 11%.
Alguns papéis acumulam perdas de 15% a 20% durante a semana. O risco país, medido pelo banco de investimento americano JP Morgan, atinge o maior nível desde janeiro de 2006, com 471 pontos-base. Pouco antes do fechamento do pregão, a Bolsa de Buenos Aires despencava 4,7%.