As bolsas desaceleram o ritmo de alta que apresentavam pela manhã, influenciadas pelos indicadores econômicos norte-americanos, que vieram favoráveis. Dentre eles, o destaque foi o índice de preços com gastos de consumo (PCE) - o preferido pelo Federal Reserve (o banco central dos Estados Unidos) para acompanhamento da inflação - em linha com as expectativas.
Às 14h46, a Bolsa de Valores de São Paulo (Bovespa) subia 0,32%, aos 54.320 pontos. Na máxima, a Bolsa paulista chegou a registrar avanço de 1,18%, aos 54.783 pontos.
Em Nova York, o índice Dow Jones tinha leve avanço de 0,04%, Nasdaq operava em +0,14% e o S&P 500 em +0,06%.
Já o câmbio oscilou bastante mais cedo e, no horário citado, permanecia no azul. O dólar comercial valia R$ 1,933 (+0,57%) e o dólar à vista na Bolsa de Mercadorias & Futuros (BM&F) estava a R$ 1,930 (+0,42%) - ambos na cotação máxima do dia.
No mercado de juros, as principais taxas abandonaram o terreno negativo e subiam. O contrato de depósito interfinanceiro (DI) mais negociado - com vencimento em janeiro de 2010 - tinha taxa a 10,69% ao ano, ante 10,66% ontem. O DI para janeiro de 2009 projetava taxa a 10,68% ao ano (10,65% ao ano).