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Bolsa de NY fecha em alta puxada por ações de bancos

09 de Julho de 2009 | 18:20
Os principais índices do mercado de ações dos EUA fecharam em leve alta, divididos entre o rali nos papéis de bancos, como o Goldman Sachs, e o declínio da Merck e de outras empresas ligadas ao segmento de saúde. O Dow Jones subiu 4,76 pontos, ou 0,06%, para 8.183,17 pontos, puxado pelo avanço das ações do JPMorgan (+2,8%). O Goldman Sachs - que não é componente do índice - avançou 3,4% após analistas do Bank of America Merrill Lynch elevarem a recomendação das ações da instituição para "comprar", de "neutro". Entre outros bancos, o Bank of America ganhou 1,10%, o Citigroup subiu 2,67% e o Wells Fargo teve alta de 1,62%.

O tom positivo ditado pelo setor financeiro foi parcialmente ofuscado pela queda nas ações do setor de saúde. As farmacêuticas Merck e a Schering-Plough recuaram respectivamente 3,7% e 2,7% após interromperem os testes clínicos de uma droga para o colesterol comercializada por ambas.

Os papéis da Alcoa, que inaugurou simbolicamente a temporada de balanços dos EUA na quarta-feira, caíram 2,4%. A companhia divulgou um prejuízo maior que o estimado por analistas consultados pela Thomson Reuters, mas a receita superou as previsões.

Entre os demais índices, o Standard & Poor's 500 subiu 3,12 pontos, ou 0,35%, para 882,68 pontos, enquanto o Nasdaq avançou 5,38 pontos, ou 0,31%, para 1.752,55 pontos.

Na próxima semana, uma série de empresas - entre elas a Intel e a Johnson & Johnson, ambas componentes do índice Dow Jones -, divulgarão os balanços do segundo trimestre. Alguns operadores afirmaram que estarão mais atentos às previsões das empresas para o segundo semestre do que aos resultados de fato. "Se não recebermos algumas previsões decentes, seguiremos para baixo durante algum tempo", disse Jamie Cox, sócio-gerente do Harris Financial Group. As informações são da Dow Jones.

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