A taxa de desemprego na região metropolitana de São Paulo caiu para 15,5% em maio, de 16,3% em abril, segundo a pesquisa da Fundação Seade e do Dieese. É a menor taxa para o mês de maio desde 1995. Também é a primeira queda do indicador depois de três meses de alta na taxa do desemprego.
Entre março e abril, segundo a pesquisa, os rendimentos médios reais de ocupados e assalariados em São Paulo aumentaram 2,1%, passando para R$ 1.152,00 e R$ 1.216,00, respectivamente.
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A taxa de desemprego apurada pelo Seade/Dieese em seis regiões metropolitanas do País recuou para 16,4% em maio, ante 16,9% em abril. A taxa de desemprego aberto passou de 11,4% para 11,2% no período, e a de desemprego oculto, de 5,5% para 5,2%.
A Fundação Sistema Estadual de Análise de Dados (Seade) e o Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos (Dieese) pesquisaram os dados de desemprego na Grande São Paulo, Distrito Federal, Salvador, Recife, Porto Alegre e Belo Horizonte.
Segundo os analistas do Seade/Dieese, a variação positiva do nível de emprego sugere reversão da trajetória declinante observada no primeiro trimestre do ano. Nas regiões pesquisadas foram gerados 88 mil novos postos de trabalho em maio que, associados à saída de 10 mil pessoas da força de trabalho, resultou na diminuição do total de desempregados em 98 mil pessoas.
No conjunto das regiões pesquisadas, entre março e abril, o rendimento médio real dos ocupados e dos assalariados cresceu 1,6%, para R$ 1.057,00 e R$ 1.133,00, respectivamente.